Simulado – PMSP 2014

MÓDULO 1

 01 – Quanto à organização curricular na Educação Básica, a LDB (Lei nº9. 394/96) determina que:

a) o ensino de história e geografia constituirá a parte diversificada do currículo, com o objetivo de atender a  realidade social e política da região da escola.

b) a escolha de conteúdos para a população rural deverá seguir o currículo mínimo previsto na base nacional  comum definida na lei.

c) o ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório.

d) o ensino de língua estrangeira será componente curricular opcional da escola.

e) a educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, será ministrada por professor polivalente em toda educação básica.

02 Assinale a afirmativa errada

De acordo com a LDB/96, ao professor compete:

a) colaborar com as atividades de articulação da escola, com as famílias e a comunidade

b)  ministrar os dias letivos e as horas-aula estabelecidos na legislação de ensino

c)  zelar pela aprendizagem dos alunos

d)  estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento escolar

e)  elaborar a proposta pedagógica da escola

 

03)  A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional  – Lei 9.394/96, delega à escola  e seus sujeitos a responsabilidade da elaboração de seu Projeto Pedagógico. No que se refere à participação na  elaboração do Projeto Político Pedagógico, construção coletiva, considerando os Artigos 12, 13 e 14, é incorreto  afirmar:

a)Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público, na educação básica, de

acordo com suas peculiaridades, incluindo a participação dos profissionais das comunidades escolar e local em

conselhos escolares equivalentes.

b)  Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público, na educação  básica, de  acordo com os princípios estabelecidos nacionalmente, de modo a manter uma unidade curricular e a evitar o  pluralismo de concepções pedagógicas.

c)  Os docentes incumbir-se-ão de participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de  ensino e  de cumprir o plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.

d)  Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do sistema de ensino, terão a incumbência  de informar os pais sobre a execução de sua proposta pedagógica.

 

  1. Segundo a LDB, os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de

ensino, terão a incumbência de:

a)elaborar e executar sua proposta pedagógica e administrar seu pessoal, seus recursos materiais e financeiros.

b)  velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente, prevendo em seu Regimento regras para sua

consecução.

c)  oferecer, em horário alternado ao período letivo, a recuperação dos alunos de menor rendimento.

d)  criar processos de integração da sociedade com a escola, inclusive por meio de aulas não obrigatórias de ensino

de religião e de outras atividades de formação cultural.

e)  informar os pais e  responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos do ensino fundamental, bem

como sobre a execução, por parte deles, da proposta pedagógica da escola.

 

05 –  De acordo com a LDB, as normas de gestão democrática do ensino público na educação básica serão definidas

pelo sistema de ensino, de acordo com as peculiaridades e conforme os seguintes princípios:

(A)  Elaboração da proposta pedagógica pela equip0e de direção da escola e possibilidade de participação dos

deferentes segmentos escolares no Conselho de Escola.

(B)  Participação nos conselhos escolares e construção da proposta pedagógica da escola pela direção, com apoio do

professor coordenador.

(C)  Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e participação das

comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

(D)  Elaboração da proposta pedagógica pela escola e explicitação imediata para a comunidade escolar local.

(E)  Participação dos profissionais da educação na construção do projeto pedagógico da escola em momentos

específicos que envolvam representantes da comunidade escolar e local.

 

06 – No que se refere ao direito à convivência familiar e comunitária, assinale a opção correta com base no ECA.

A) Na ausência dos pais, o pátrio poder poderá ser delegado, nessa ordem: ao irmão mais velho, desde que já tenha alcançado a maioridade, ao tio paterno ou ao avô paterno. Na ausência de qualquer um desses, o pátrio poder poderá, excepcionalmente, ser delegado à avó materna.

B) Toda criança ou adolescente tem direito à educação no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a participação efetiva da mãe biológica no convívio diário com o educando, em ambiente livre da presença de pessoas discriminadas.

C) Os filhos, havidos, ou não, da relação do casamento, ou por adoção, terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação.

D) O pátrio poder não poderá ser exercido, simultaneamente, pelo pai e pela mãe. Em caso de discordância quanto a quem caberá titularizá-lo, a ambos será facultado o direito de recorrer à autoridade judiciária competente para a solução da divergência.

07 – Quanto aos conselhos tutelares (CTs), assinale a opção correta.

A) Os CTs são órgãos contenciosos não jurisdicionais, encarregados de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, particularmente por meio da aplicação de medidas especiais de proteção a crianças e adolescentes com direitos ameaçados ou violados e por meio da aplicação de medidas especiais a pais ou responsáveis.

B) Os CTs são entidades de proteção responsáveis pelo planejamento e pela execução de programas de proteção e socioeducativos destinados a crianças e adolescentes.

C) Somente o CT tem competência para apurar os atos infracionais praticados por adolescente, aplicando-lhe medidas específicas de punição, previstas em lei, a serem cumpridas segundo requisições do CT.

D) Além das atribuições previstas no ECA, os CTs podem instituir novas atribuições em regimento interno ou em atos administrativos de quaisquer outras autoridades.

E) Verificada a prática de ato infracional, cabe aos CTs aplicar e executar as medidas socioeducativas de advertência, prestação de serviços à comunidade e internação em estabelecimento educacional à criança e ao adolescente infratores.

 

08  – Com o objetivo de garantir o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade, o Estado brasileiro tem o dever de garantir as necessidades das crianças e dos adolescentes, velando pelo seu direito à vida, à saúde, à educação, à convivência, ao lazer, à liberdade, à profissionalização, entre outros. Nesse sentido, é correto afirmar que o ECA

A) reconhece que as crianças e os adolescentes são sujeitos especiais, titulares de direitos absolutos e merecedores de atenção jurídica preferencial, posto que a CF, ao consagrar o princípio da proteção integral, impõe ao juiz que desconsidere a finalidade social, o bem comum e os direitos individuais e coletivos.

B) baseou-se no princípio da indisponibilidade dos direitos fundamentais, por meio do qual foram estabelecidas as Diretrizes das Nações Unidas para a Prevenção da Delinquência Juvenil e o critério cronológico da psicologia evolutiva para diferenciar crianças, adolescentes e jovens adultos.

C) aperfeiçoou a doutrina da situação irregular, esposada pelo Código de Menores, estendendo a aplicação das medidas socioeducativas destinadas à reabilitação física, moral e psíquica de crianças e adolescentes infratores.

D) utilizou-se da tipologia de Enrico Ferri para definir os critérios capazes de estipular o grau de periculosidade dos menores infratores e o consequente risco social de sua permanência no seio da sociedade.

E) afastou-se da doutrina de situação irregular que caracterizou o antigo Código de Menores, haja vista este ser voltado apenas aos menores em situação irregular, isto é, àqueles que se encontram em conflito com a lei ou que se encontram privados de assistência, por qualquer motivo. O ECA, ao contrário, segue a doutrina da proteção integral, que se baseia no princípio do melhor interesse da criança.

 

09  –  A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), em seu artigo 4º, estabelece diretrizes

segundo as quais deverá ser efetivado o compromisso do Estado com educação escolar pública. A alternativa que

apresenta uma dessas diretrizes é:

a)atendimento educacional gratuito aos educandos portadores de necessidades especiais, preferencialmente em

escola exclusivas para esta finalidade.

b)  ensino fundamental e ensino médio obrigatórios e gratuitos, nas faixas etárias 6 a 14 anos e de 15 a 18 anos,

c)  atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de 3 a 6 anos de idade.

d) ensino fundamental obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria.

 

10  –  Um grupo de religiosos apresentou uma reclamação  contra uma escola municipal, alegando que as aulas de

ensino religioso haviam sido colocadas fora do período escolar, no sábado pela manhã. Inicialmente, procuraram o

Conselho da Escola que manteve esta organização, alegando a autonomia da escola na realização do seu projeto

pedagógico.

Nos termos da legislação atual a Supervisora orientou a escola no sentido destas aulas serem

(A)  organizadas pelo Conselho de cada escola.

(B)  realizadas fora do horário regular de aula, nos finais de semana.

(C)  acrescidas apenas no último ano do ensino fundamental.

(D)  constituir disciplina dos horários normais da escola..

(E)  incorporadas nas 800 horas letivas anuais, de forma interligada aos temas transversais dos PCN

 

MÓDULO 2

 

01. Com a existência de uma base curricular nacional comum, instituída para o Ensino Fundamental, busca-se legitimar a unidade e a qualidade da ação pedagógica na diversidade nacional. Quanto à parte diversificada do currículo, pode-se dizer que

(A) enriquece e complementa a base nacional comum.

(B) complementa a base nacional comum, em casos especiais.

(C) pode substituir a base nacional comum, em casos especiais.

(D) é parte pouco relevante nas áreas de conhecimento.

(E) Constitui-se num apêndice do núcleo do paradigma curricular.

 

02 – A organização do ensino em ciclos, com regime de progressão continuada, não supõe diminuição ou eliminação de mecanismos de avaliação. Ao contrário, este regime demanda uma ampliação das práticas de avaliação em seus diferentes níveis e tipos, visando à melhoria da qualidade de ensino. Dentre estes níveis de avaliação está a institucional que, num âmbito interno, em regime de progressão continuada, deve ter como objetivo:

(A)          estabelecer critérios de seleção de alunos para a passagem entre séries e entre ciclos, por meio de testagens, para colher amostras da aprendizagem efetivada e escalonar o desempenho geral da escola.

(B) analisar os procedimentos pedagógicos, administrativos e financeiros, tendo em vista estabelecer novas orientações e corrigir trajetórias, a partir de definições do conselho de escola.

(C) oferecer subsídios para a composição do projeto político pedagógico da instituição e de seus indicadores de autonomia, para o estabelecimento de diagnósticos e de regras de retenção.
(D) medir o desempenho escolar por meio de escalas padronizadas, tendo em vista o envio de resultados à Secretaria Municipal de Educação.

(E) elaborar relatórios sintéticos a serem apreciados pelo conselho da escola e anexados ao plano de gestão, constituindo- se como documentos a serem apresentados à comunidade escolar.

 

03 – Em Conselho de Classe, os professores da turma C levantaram estratégias coletivas para recuperar paralelamente e acompanhar sistematicamente o avanço dos alunos, o que deverá ocorrer por meio de:

(A) tarefas regulares complementares às tarefas anteriores, de complexidade gradativa, a serem realizadas no horário regular das aulas.

(B) tarefas sistemáticas e suplementares, para serem realizadas em casa, repetindo noções e conceitos trabalhados ao longo do período escolar de aulas.

(C) exercícios de fixação propostos ao final de cada período de avaliação, em forma de aulas paralelas e suplementares.

(D) trabalhos de pesquisa sobre temas já abordados em aula, para serem feitos em casa, com orientações prévias, como forma de consolidar noções e conceitos.

(E) trabalhos com grupos de monitores escolhidos entre os melhores alunos, auxiliando a resolver questões com maior incidência de erros nos testes e provas.

 

04 –  É comum aos leigos no assunto confundir progressão continuada com promoção automática, que expressam decisões e ações pedagógicas distintas. Assinale a opção que caracteriza corretamente essa diferença.

Progressão Continuada Promoção Automática
(A) – Processo de acompanhamento do progresso intra e interciclos Instrumento de seletividade do processo escolar
(B) – Modalidades alternativas de aproveitamento escolar Processo de retenção indiscriminado
(C) – Modalidades alternativas de aproveitamento escolar Modelo de avaliação mediadora
(D) – Concepção de ensino, de aprendizagem e de avaliação Critérios de aprovação para séries subsequentes
(E) – Concepção de currículo escolar e de construção de conhecimento Procedimento decisório de promoção escolar para alunos carentes

 

  1. Para uma escola que pretenda construir sua identidade, mobilizar pessoas em torno de uma causa comum, gerando parcerias e solidariedade, e construir sua autonomia, é fundamental:

(A) fazer muitas reuniões com seus professores, funcionários e comunidade, para discutirem os problemas mais graves da escola.

(B) organizar, com a participação dos pais, encontros em datas festivas, comemorações de datas cívicas e excursões periódicas para os seus alunos, avaliando todas essas ações.

(C) construir coletivamente o seu próprio projeto pedagógico, abrindo espaço à participação e ao compartilhamento de responsabilidades, com base num referencial assumido pelo grupo.

(D) organizar a escola de modo a que seus registros internos e arquivos estejam sempre em ordem, para obter o respeito das autoridades e não causar insegurança aos pais.

(E) construir, com  a ajuda dos alunos, movimentos de mobilização da comunidade, para obter a ajuda material e financeira, se necessárias, para a manutenção da escola.

 

06. A organização do ensino em ciclos:

(A) exige determinações oficiais superiores que a garantam na escola, independentemente das circunstâncias adversas de trabalho dos profissionais da educação.

(B) não foi adotada antes da lei 9394/96, porque não havia respaldo legal para romper com a seriação.
(C) requer o uso de instrumentos quantitativos para medir o conhecimento dos alunos.

(D) provoca uma re-significação do processo avaliativo, tornando-a uma prática que contribui para a apropriação e construção do conhecimento pelo aluno.

(E) estimula de imediato o descompromisso com o processo de aprendizagem, o que vai sendo superado com o decorrer do tempo.

 

07.  A  proposta  da  transversalidade  presente  nas  DNNEB  traz  a necessidade de a escola refletir e atuar conscientemente na educação de valores e atitudes em todas as áreas, garantindo que a perspectiva político-social  se expresse no direcionamento do trabalho pedagógico. A perspectiva transversal

(A)  parte de uma prática docente bem planejada com a finalidade de se dar conta de todo o programa.

(B)  exige  uma  organização  curricular  flexível  para  que  o professor possa desenvolver os conteúdos em qualquer direção.

(C)  aponta uma transformação da prática pedagógica, rompendo a limitação da atuação do professor às atividades formais.

(D)  fundamenta-se na concepção de que o conhecimento considera a realidade como um conjunto de dados estáveis.

(E)  refere-se a uma abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento.

 

08. Sobre as avaliações externas elaboradas e aplicadas sob responsabilidade do INEP/MEC, pode-se afirmar que

(A)  o SAEB é aplicado anualmente e avalia todos os alunos regularmente matriculados nas 4.ª e 8.ª séries do ensino fundamental e 3.º ano do ensino médio, de escolas públicas e privadas, localizadas em área urbana.

(B)  a Prova Brasil foi criada em 2005, a partir da necessidade de tornar a avaliação mais detalhada, e passou a ser aplicada em substituição às provas do SAEB.

(C)  o  SAEB,  desde  1995,  possibilita  a  comparação  dos desempenhos ao longo dos anos. Desde a sua primeira avaliação, fornece dados sobre a qualidade dos sistemas educacionais do Brasil como um todo, das regiões geográficas, dos estados e do Distrito Federal.

(D)  a Prova Brasil é realizada em amostras representativas dos estados, municípios, escolas públicas e particulares, por essa razão seus resultados são importantes não apenas em nível nacional, mas também para cada município e escola participante.

(E)  a Prova Brasil  avalia  amostra  de  estudantes  da  rede pública urbana e rural de ensino, de 4.ª e 8.ª séries do ensino fundamental e de 3.º ano do Ensino Médio das redes pública e particular de área urbana.

 

09. De acordo com a Resolução CNE/CEB n.º 04/2010, é correto afirmar que a

(A) compreensão das dimensões do educar e do cuidar, em sua especificidade, significa admitir que compete à escola educar e à família cuidar, na educação básica.

(B) escola de qualidade social da educação adota como centralidade o professor e o ensino, valorizando o profissional da educação por meio de um plano de carreira justo.

(C) transversalidade é uma forma de organizar o trabalho didático-pedagógico em que temas e eixos temáticos são integrados às disciplinas, de forma a estarem presentes em todas elas.

(D) escola de Educação Básica é o espaço em que se absorve e se transfere a cultura herdada, tarefa primordial da educação formal.

(E) transversalidade difere da interdisciplinaridade e ambas complementam-se, assumindo-se a concepção de que conhecer é tomar a realidade como algo estável, pronto e acabado.

 

10. Os temas transversais: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural e Orientação Sexual foram eleitos por envolverem problemas sociais, atuais e urgentes, considerados de abrangência nacional e até mesmo de caráter universal.

Segundo as DCNEB, os temas transversais devem ser tratados

(A) como novas áreas a serem incluídas no currículo escolar, exigindo um professor com formação específica.

(B) de acordo com as reais necessidades de cada região, ou mesmo de cada escola, podendo ser priorizados e contextualizados.

(C) como pertinentes a todo o País, excluindo-se a possibilidade e a necessidade de que outros sejam acrescentados.

(D) considerando que as normas e regras, entendidas como dispositivos que orientam padrões de conduta, devem ser definidas pela escola.

(E) configurando-se um aprendizado à parte das áreas, uma vez que abrangem um conjunto de conceitos a serem ensinados e aprendidos.

 

11. Para orientar as escolas brasileiras dos sistemas de ensino, na organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas, o Conselho Nacional de Educação estabelece as Diretrizes Curriculares que compreendem o conjunto de

(A) reflexões de cunho educacional sobre objetivos, conteúdos e orientações didáticas para os educadores.

(B) definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na educação básica.

(C) subsídios adicionais, que oferece informações e indicações para a elaboração de propostas curriculares.

(D) textos, sobre as diversas áreas de ensino, que serve para nortear a elaboração dos currículos escolares em todo o país.

(E) propostas nas quais as Secretarias e as unidades escolares poderão se basear para elaborar seus próprios planos de ensino.

 

12. A Resolução CNE/CEB n.º 04/10, que define as diretrizes gerais para a Educação Básica, ao estabelecer formas para a organização curricular, assume que o currículo se configura como o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção, a socialização de significados no espaço social e contribuem intensamente para a construção de identidades socioculturais dos educandos. Afirma que a transversalidade

(A) implica em considerar eixos temáticos como disciplinas.

(B) é entendida como uma forma de organizar o trabalho didático-pedagógico.

(C) equivale à interdisciplinaridade.

(D) adota a concepção de conhecimento tomando a realidade como algo estável, pronto e acabado.

(E) se refere à abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento.

 

13. A educação de qualidade, como um direito fundamental, é, antes de tudo, relevante, pertinente e equitativa. O aspecto equitativo é atendido quando:

(A) reporta-se à promoção de aprendizagens significativas do ponto de vista das exigências sociais e de desenvolvimento pessoal.

(B) refere-se à possibilidade de atender às necessidades e às características dos estudantes de diversos contextos sociais e culturais e com diferentes capacidades e interesses.

(C) alude à importância de tratar de forma diferenciada o que se apresenta como desigual no ponto de partida, com vistas a obter desenvolvimento e aprendizagens equiparáveis, assegurando a todos a igualdade de direito à educação.

(D) independentemente das condições sociais, intelectuais e pedagógicas entre outras, tratamos todos os alunos da mesma maneira, sem qualquer adaptação ao contexto em que estão inseridos.

(E) Quando garantida a participação em reuniões de trabalho coletivo, planejamento e execução das ações educativas de modo articulado, avaliação os trabalhos dos alunos, participação em ações de formação continuada e estabelecimento de contatos com a comunidade.

 

14. “De acordo com a Resolução CNE/CP 1/04, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais, pode-se afirmar que:

(A) as culturas africana e afro-brasileira deverão compor os currículos do Ensino Médio das redes públicas de ensino.

(B) o ensino da História e de Cultura Afro-Brasileira deve compor a grade curricular desde a educação infantil tendo em vista sua paulatina substituição pelo etnocentrismo.

(C) o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana tem por objetivo o reconhecimento e valorização da identidade, história e cultura dos afro-brasileiros, bem como a garantia de reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado das indígenas, europeias, asiáticas.

(D) Nos currículos de história deverão constar elementos das culturas africanas, indígenas, europeias e asiáticas, como forma de compreensão da contribuição das diferentes culturas, no processo de colonização ou libertação das nações, bem como da solidariedade entre os povos.

(E) é tema transversal obrigatório em todas as modalidades do ensino fundamental tendo em vista o combate ao preconceito racial, fortalecendo a identidade étnica e a autoestima dos povos negros.

 

15. Para efeito da implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais, prevê-se, entre outras coisas, que na Educação Básica

(A) as escolas, ouvido o Conselho de Escola ou órgão similar, encaminhem para cursos especiais de formação, os professores que mostrarem vocação para com o tema ou que proponham a execução de suas atividades por projetos, envolvendo os alunos, os pais e a comunidade na discussão destas questões.

(B) por ser tema transversal, todas as disciplinas deverão abordar aspectos da História e Cultura Afro-Brasileira.

(C) fica a cargo da escola, no exercício de sua autonomia, definir as formas de tratamento a serem dadas à História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

(D) cabe aos Sistemas de Ensino, ouvido o Conselho Municipal de Educação e o Movimento Negro, deliberar sobre sua implantação.

(E) as coordenações pedagógicas promovam condições para que os professores concebam e desenvolvam atividades de ensino abrangendo os diferentes componentes curriculares e que o ensino sistemático de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana ocorrerá, em especial, por meio dos componentes curriculares de Educação Artística, Literatura e História do Brasil.

 

16. As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Culturas Afro-Brasileira e Africana constituem-se de orientações, princípios e fundamentos para o planejamento, execução e avaliação da Educação e:

(A) têm por meta promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de uma nação democrática.

(B) devem ser observadas pelas instituições de ensino que atuam na educação básica, ficando a critério das instituições de Ensino Superior incluí-las, ou não, nos conteúdos das disciplinas dos cursos que ministram.

(C) preveem o ensino sistemático de História e Culturas Afro-Brasileira e Africana na educação básica, especificamente como conteúdo do componente curricular de História do Brasil.

(D) definem que os estabelecimentos de ensino estabeleçam canais de comunicação com grupos do Movimento Negro, para que estes forneçam as bases do projeto pedagógico da escola.

(E) alertam os órgãos colegiados dos estabelecimentos de ensino para evitar o exame dos casos de discriminação, pois caracterizados como racismo, devem ser tratados como crimes, conforme prevê a Constituição Federal em vigor.

 

17. Dentre as alternativas abaixo, assinale a que norteia a organização curricular do Ensino  Fundamental e Médio.

(a)   Ensino da Arte como componente curricular recomendável, nos diversos níveis da Educação Básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.

(b)   Ensino da História do Brasil privilegiando as contribuições da cultura europeia em função da sua predominância na constituição do povo brasileiro, mostrando, também, as contribuições das etnias indígena e africana.

(c)   A música deverá ser conteúdo obrigatório e exclusivo do componente Arte.

(d)   Educação Física como componente curricular obrigatório na educação básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, nos cursos diurnos  e facultativo no noturno.

(e)   Abrangência obrigatória do estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, do conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.

 

18. O Parecer CNE/CP n.º 3/2004, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, faz várias considerações sobre o termo “raça”. Leia as afirmativas a seguir.

I. Raça é a construção social forjada nas tensas relações entre brancos e negros, muitas vezes simuladas como harmoniosas, nada tendo a ver com o conceito biológico de raça cunhado no século XVIII e hoje sobejamente superado.

II. O termo raça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira.

III. O termo raça foi ressignificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do legado deixado pelos africanos.

Das afirmativas, encontram-se no Parecer indicado,

(A) I, somente.

(B) I e II, somente.

(C) I e III, somente.

(D) II e III, somente.

(E) I, II e III.

 

19. Ao manifestar-se sobre a inclusão obrigatória no currículo oficial da Rede de Ensino da temática História e Cultura Afro-Brasileira, o Conselho Nacional de Educação procura oferecer, na área da educação, uma resposta à demanda da população afrodescendente, no sentido de estabelecer ações de política

I. afirmativa, isto é, de reparações e de reconhecimento e valorização de sua história, cultura e identidade;

II. curricular, fundada em dimensões históricas, sociais, antropológicas, oriundas da realidade brasileira;

III. de combate ao racismo e das discriminações que, no Brasil, atingem particularmente os pobres;

IV. de divulgação e produção de conhecimentos, a formação de atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de seu pertencimento étnico-racial – descendentes de africanos, povos indígenas, de europeus, asiáticos, para interagirem na construção de uma nação democrática.

Está de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana o contido, apenas, em

(A) I e II.

(B) II e III.

(C) III e IV.

(D) I, II e IV.

(E) II, III e IV.

 

20. O Brasil, país multiétnico e pluricultural, precisa de organizações escolares em que todos se vejam incluídos, em que lhes seja garantido o direito de aprender e de ampliar conhecimentos, sem ser obrigados a negar a si mesmos, ao grupo étnico-racial a que pertencem e a adotar costumes, ideias e comportamentos que lhes são adversos.

(Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico- -Raciais e para o Ensino de história e Cultura Afro-Brasileira e Africana.)

Para conduzir suas ações com vistas ao atendimento do que estabelecem as Diretrizes, os sistemas de ensino, os estabelecimentos e os professores terão como referência alguns princípios, entre os quais encontram-se

I. Consciência Política e Histórica da Diversidade;

II. Fortalecimento de identidades e de direitos;

III. Ações Educativas de Combate ao Racismo e a Discriminações.

Está correto o contido em

(A) I, apenas.

(B) II, apenas.

(C) I e II, apenas.

(D) II e III, apenas.

(E) I, II e III.

 

21. As alternativas a seguir apresentam princípios norteadores do projeto político pedagógico, à exceção de uma. Assinale a.

(A) A qualidade educacional não pode ser privilégio de minorias econômicas e sociais. O desafio para o projeto político pedagógico da escola é o de propiciar qualidade para todos.

(B) O projeto político pedagógico exige dos educadores, funcionários, alunos e pais a definição clara do tipo de escola que intentam, contudo, sem limitar a demarcação de fins.

(C) A gestão democrática no interior da escola não é um princípio fácil de ser consolidado, pois se trata da participação crítica na construção do projeto político  pedagógico e da sua gestão.

(D) A formação continuada deve estar centrada na escola e fazer parte do projeto político pedagógico.

(E) A preocupação com a igualdade de condições para acesso e permanência na escola é um fator relevante na formulação do projeto político pedagógico.

 

22. Assinale a alternativa que indica uma ação do Governo Federal, implantada em 2007, voltada para a qualidade da Educação Pública.

(A) PISA (Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes).

(B) IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

(C) LLECE (Laboratório Latino americano de Avaliação da Qualidade da Educação).

(D) ANA (Avaliação Nacional da Alfabetização)

(E) ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio).

 

23. De acordo com a Resolução nº4, de 02/10/09 do Ministério da Educação, diz no seu artigo Nº4 – considera-se público – alvo do Atendimento Educacional Especializado – AEE:

I. Alunos com deficiência: são aqueles que têm impedimentos de curto prazo de natureza física, intelectual, mental e sensorial.

II. Alunos com transtornos globais do desenvolvimento são aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicose) e transtornos invasivos sem outra especificação.

III. Alunos com altas habilidades/superdotado são aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.

Está correto o que se afirma em:

a) I, somente.

b) I e III, somente.

c) II e III, somente.

d) II, somente.

 

24. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (Parecer CNE/CEB 07/2010 e Resolução CNE/CEB 04/2010) em seu artigo 9: A escola de qualidade social adota como centralidade o estudante e a aprendizagem, o que pressupõe atendimento aos seguintes requisitos:

I) revisão das referências conceituais quanto aos diferentes espaços e tempos educativos, abrangendo espaços sociais na escola e fora dela;

II) consideração sobre inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento a pluralidade e a diversidade cultural, resgatando e respeitando as varias manifestações de cada comunidade;

III) foco no projeto pedagógico, no gosto pela aprendizagem e na avaliação da aprendizagem como instrumento de continua progressão dos estudantes;

IV) inter-relação entre organização do currículo, do trabalho pedagógico e da jornada de trabalho do professor, tendo como objetivo a aprendizagem do aluno;

V) preparação dos profissionais da educação, gestores, professores, especialistas, técnicos, monitores e outros.

Estão corretas as afirmativas:

A) I, II e III apenas.

b) I, II e IV apenas.

c) II, III e V apenas.

d) I, II, III, IV e V.

 

25. A EJA como modalidade de ensino demanda de intervenção pedagógica diferenciada. Sendo assim estabelece que os alunos que não frequentaram a escola na idade certa tem direito a frequenta-la, bem como garantir os mesmos conteúdos nos níveis e segmentos diferenciados e adequa-los a realidade e histórias desses indivíduos bem como garantir articulação com o mundo do trabalho. Esses mecanismos garantem respectivamente as funções:

a) reparadora, qualificadora e equalizadora.

b) qualificadora, equalizadora e reparadora.

c) equalizadora, reparadora e qualificadora.

d) reparadora, equalizadora e qualificadora.

 

MÓDULO 3

 

1)Conforme afirma a Prof. Selma Rocha, a unidade educacional é:

a) um espaço onde se promove a aprendizagem.

b) um espaço onde dialogam o currículo e a aprendizagem, com a participação dos professores

c) um espaço de criação e recriação da cultura.

d) um espaço de gestão recuperação da cultura.

 

2. Segunda a  palestra Cultura Escolar e Formação Ética proferida pelo Professor Doutor José Sérgio Fonseca de Carvalho podemos afirmar que:

 

I – O relaxamento do lazer é uma função produtiva, enquanto scholé é uma contradição da lógica da produção. Portanto, no seu formato fundacional, a escola era uma negação do tempo da produtividade.

II – Formação e aprendizagem não coincidem: não há formação sem aprendizagem, mas pode haver aprendizagem sem formação.

III – Na perspectiva grega, a ética é uma forma de viver bem, uma possibilidade de diálogo consigo mesmo, não um dever.

IV – A moral é um compromisso fundado em princípios, que não se aprende para fazer, aprende-se fazendo.

 

a)     IV somente

b)     I, II e III estão corretas

c)     Todas estão corretas

d)     I, III e IV estão corretas

 

3. A Professora Maria Machado Campos Malta, em sua palestra Avaliação e Qualidade da Educação Básica: a educação não existe como vácuo social afirma que a Unidade Educacional reflete as questões urbanas. Neste contexto, assinale o que não está correto afirmar:

 

a)     Uma das características e atitudes dos professores que afetam o desempenho cognitivo dos alunos é ter licenciatura em matemática.

b)     Controlando-se  o nível socioeconômico do alunado, o desempenho dos alunos da rede pública é significamente menor que o dos alunos das escolas privadas.

c)     A visão do diretor sobre o comprometimento dos professores e a percepção de problemas internos e externos à escola afetam positivamente os resultados dos alunos.

d)      Nenhum fator familiar interfere no desempenho cognitivo dos alunos

 

4.  A Professora Doutora Mônica Appezzato Pinazza em sua palestra Concepção de infância no Ensino Fundamental de 9 anos afirma que:

 

I – A concepção de infância atualmente fica restrita à Educação Infantil, enquanto deveria ser expandida também ao Ensino Fundamental.

II – O reconhecimento e o estudo analítico das práticas da RME são fundamentais para a mudança estrutural que se pretende

III – A formação integrada de educadores e a criação de atividades intergeracionais foram estratégias apontadas como fundamentais à integração entre as etapas e modalidades da Educação Básica

IV – O currículo das etapas devem ser unificados a fim de garantir a unidade de trabalho.

 

a)     I, II, III

b)     I, IV

c)     II, III, IV

d)     Nenhuma alternativa está correta.

 

5) Há práticas que concretizam as concepções desejadas, mas, em parte, as práticas ainda refletem:

 

a)     A criança não é vista como um sujeito de direitos, revelando uma concepção adultocêntrica.

b)     As unidades educacionais têm trabalhado no sentido de garantir o protagonismo infantil.

c)     Não há mais escolarização da infância

d)     O brincar é um direito e é fundamental do desenvolvimento integral das crianças

 

6. A Gestão Pedagógica é a base para a implantação do Programa Mais Educação São Paulo e está diretamente relacionada a:

 

 

a)     Coordenadores Pedagógicos envolvidos e compromissados com a formação em serviço e que tenham pauta definida para reuniões pedagógicas e horários de formação.

b)     Projetos Políticos Pedagógicos como instrumentos fundamentais da Gestão Pedagógica, os horários coletivos de formação e as reuniões pedagógicas como espaço de reflexão.

c)     Um trabalho burocrático e administrativo bem organizado e compromissado

d)     Um diretor que seja liderança para o grupo e saiba conduzir a gestão de forma democrática

 

7.  O Programa Mais Educação São Paulo propõe para a Rede Municipal de Ensino de São Paulo uma:

 

a)     Nova concepção de ensino e aprendizagem pautada nos princípios do construtivismo e sociocontrutivismo

b)     Proposta inovadora que atende às dificuldades de Língua Portuguesa e Matemática das escolas

c)     Uma nova configuração para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos em 3 (três) ciclos de 3(três) anos.

d)     Uma proposta diferente de promoção automática.

 

8. A docência compartilhada que ocorre no Ciclo Interdisciplinar requer:

 

I – Que professores do Ensino Fundamental II e Fundamental I aprendam a trabalhar em prol do aluno;

II – a realização de projetos em parceria entre os professores especialistas/professores do Ensino Fundamental II e o professor polivalente/Professor de Educação Infantil – Ensino Fundamental I para uma intervenção didático-pedagógica mais adequada a este grupo.

III – a possibilidade dos educadores comporem sua jornada de opção já que a caracterização dos Ciclos Interdisciplinar e Autoral envolverá diferentes projetos para esta finalidade.

IV  – O necessário ingresso dos docentes na Jornada Especial Integral de Formação – JEIF já que é imprescindível que todos participem da formação em serviço

 

a)     Todas estão corretas

b)     II e III

c)     I, III e IV

d)     II somente

 

9 – O TCA (Trabalho Colaborativo de Autoria) se constitui em:

 

a)     Um trabalho sobre temas atuais que envolve a todos os alunos do Ciclo Autoral

b)     Um exercício de sistematização de projetos com o objetivo de desenvolver a técnica de aprender

c)     A construção de um projeto como atividade pedagógica, no interior da reorganização curricular proposta pelo Programa Mais Educação São Paulo

d)     Um instrumento importante de avaliação dos alunos com o objetivo de promover a continuidade dos estudos no ensino médio.

 

10 –  O Prof. Dr. Fernando José de Almeida, em seu artigo na Revista Magistério, propõe importantes reflexões sobre a aula. Segundo ele, a aula que conhecemos hoje vem do Séc. XVIII e ela sempre foi:

 

a)     Uma forma antropológica de passar entre gerações os valores, conhecimentos, tradições, formas de sobrevivência.

b)     Uma forma social de manter o “status quo” garantindo a aprendizagem de alguns.

c)     Uma forma de ensinar democraticamente a todos

d)     Uma forma de garantir a educação de crianças já que suas famílias precisavam trabalhar e já não conseguiam educar seus filhos em casa.

 

 

 

MÓDULO 4

 

  1. O Decreto nº 6949/09, que Promulga Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, tem como propósito Promover, proteger e assegurar:

 

a.)   o exercício pleno e igualitário de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente.

b.)   o exercício parcial e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente.

c.)    o exercício parcial e igualitário de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente.

d.)   o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, e promover o respeito pela sua dignidade inerente.

e.)   o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, com exceção da Pessoa Surda, e promover o respeito pela sua dignidade inerente

 

  1. Quando abordamos as questões relacionadas às pessoas com deficiência, estamos nos referindo à:

 

a)     São aquelas que têm impedimentos de curto prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

b)     a)      São aquelas que têm impedimentos de longo prazo de apenas natureza física, mental, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

c)     a)      São aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

d)     a)      São aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com algumas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

e)     a)      São aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação parcial e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

 

  1. Segundo a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ao matricular um aluno com deficiência física na escola, deve-se observar as questões de acessibilidade arquitetônica. Caso a unidade educacional não tenha realizado as adaptações razoáveis, poderá justificar a não efetivação da matrícula, uma vez que, não será possível que o aluno possa usufruir de todos os ambientes. Esta afirmativa tem base legal, pois:

 

a)     Não tem base legal pois a discriminação por motivo de deficiência é qualquer diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, com o propósito ou efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural, civil ou qualquer outro.

b)     Não tem base legal pois, a discriminação por motivo de deficiência é a diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, com o propósito ou efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de alguns direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural, civil ou qualquer outro.

c)     Tem base legal pois, é considerado discriminação por motivo de deficiência algumas diferenciações, baseada em deficiência, com o propósito ou efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural, civil ou qualquer outro.

d)     Sim tem base legal pois, a discriminação por motivo de deficiência tem que levar em conta o tipo de diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, com o propósito ou efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural, civil ou qualquer outro.

e)     Não tem base legal, pois discriminação por motivo de deficiência não é diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, com o propósito ou efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural, civil ou qualquer outro.

 

  1. O Brasil foi signatário da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, e neste sentido assume:

 

a)     Compromisso de aguardar o pleno exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, sem qualquer tipo de discriminação por causa de sua deficiência, por meio de medidas legislativas, administrativas e de qualquer outra natureza, necessárias para a realização dos direitos reconhecidos na presente Convenção.

b)     Compromisso de assegurar e promover o pleno exercício de alguns direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, sem qualquer tipo de discriminação por causa de sua deficiência, por meio de medidas legislativas, administrativas e de qualquer outra natureza, necessárias para a realização dos direitos reconhecidos na presente Convenção.

c)     Compromisso de assegurar e promover o parcial e justificável exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, sem qualquer tipo de discriminação por causa de sua deficiência, por meio de medidas legislativas, administrativas e de qualquer outra natureza, necessárias para a realização dos direitos reconhecidos na presente Convenção.

d)     Compromisso de assegurar e promover o pleno exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, que possam se adaptar à sociedade e deste modo não sofrer qualquer tipo de discriminação por causa de sua deficiência, por meio de medidas legislativas, administrativas e de qualquer outra natureza, necessárias para a realização dos direitos reconhecidos na presente Convenção.

e)     Compromisso de assegurar e promover o pleno exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, sem qualquer tipo de discriminação por causa de sua deficiência, por meio de medidas legislativas, administrativas e de qualquer outra natureza, necessárias para a realização dos direitos reconhecidos na presente Convenção.

 

  1. Na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/96, Consta que

 

a)     É DEVER DO ESTADO: Atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, TGD e altas habilidades/superdotação, preferencialmente nas redes públicas de ensino (art.4º).

b)     É DEVER DO ESTADO: Atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, TGD e altas habilidades/superdotação, preferencialmente na rede regular de ensino (art.4º).

c)     É DEVER DO ESTADO: Oferecimento de Escola Especial gratuita aos educandos com deficiência, TGD e altas habilidades/superdotação, preferencialmente na rede regular de ensino (art.4º).

d)     É DEVER DO ESTADO: Tratamento de saúde especializado gratuito aos educandos com deficiência e TGD , preferencialmente na rede regular de ensino (art.4º).

e)     É DEVER DO ESTADO: Atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência e TGD, preferencialmente na rede regular de ensino e para os alunos com altas habilidades/superdotação poderão ser encaminhados à instituições especializadas (art.4º).

 

  1. Em uma Unidade Educacional de Educação Infantil está matriculada uma aluna com quadro de Deficiência Intelectual. A escola recebe apoio da professora da Sala de Recursos multifuncional, de uma unidade educacional do entorno, nas questões referentes ao processo inclusivo. No entanto, Segundo a LDB 9394/96, está situação está irregular, uma vez que:

 

a)   A Educação Especial tem caráter substitutivo da Educação Escolar e no § 3º. A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

b)   A Educação Especial passa e ser uma modalidade de Educação Escolar e no § 3º. A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

c)   A Educação Especial passa e ser uma modalidade de Educação Escolar e no § 3º. A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de seis anos, durante o Ensino Fundamental I

d)   A Educação Especial passa e ser uma modalidade de Educação Escolar e no § 3º. A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de 12 anos, durante o Ensino Fundamental II.

e)   A Educação Especial passa e ser uma modalidade de Educação Escolar e no § 3º. A oferta de educação especial, embora não seja dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

 

  1. Ao matricular todos os alunos com quadros de deficiência, TGD ou Altas/Habilidades e Superdotação, nas escolas comuns, é oferta obrigatória o Atendimento Educacional Especializado. Neste sentido, entende-se por AEE:

 

a)     Como um conjunto de Recursos de impedimentos, atividades e Recursos pedagógicos, voltados a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes público alvo da educação especial.

b)     Como um conjunto de Recursos de acessibilidade, atividades e Recursos pedagógicos, voltados a construir as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes público alvo da educação especial.

c)     Como um conjunto de Recursos de acessibilidade, atividades e Recursos pedagógicos, voltados a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes público alvo da educação especial.

d)     Como um conjunto de Recursos de acessibilidade, atividades e Recursos pedagógicos, voltados a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes público alvo da educação especial.

e)     Como um conjunto de Recursos de acessibilidade, atividades e Recursos pedagógicos, voltados a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes público alvo da educação especial.

 

  1. O aluno R, que está matriculado no 7º ano, atualmente com 14 anos, apresenta um quadro de baixa visão. Por este motivo, desde o início de sua vida escolar precisou de ajuda para acompanhar as exigências escolares. Neste sentido, é imprescindível que o sistema educacional ofereça o Atendimento Educacional Especializado – AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva o AEE:

 

a)     tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que ampliem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.

b)     tem como função identificar, elaborar e organizar apenas recursos pedagógicos que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.

c)     tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, portanto são substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.

d)     tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento substitui a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.

e)     tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.

 

  1. Em uma Escola Municipal de Ensino Fundamental da Cidade de São Paulo – EMEF, na turma do 5º ano, está matriculada a aluna H. Ela tem hoje 13 anos e apresenta um quadro de Paralisia Cerebral tetraparética. Por este motivo H. é cadeirante. Não frequentou a Educação Infantil, porque a família tinha muito receio de que H não teria suas necessidades atendidas, e poderia ser mal tratada. H não se alimenta sozinha e não faz uso dos sanitários, em decorrência de sua condição motora. No entanto, por ordem judicial, a família precisou matricular H em uma escola regular. No início foi muito difícil, mas H tem apresentado muitos avanços. A família relata que dentre outras ações realizadas pela escola, o fato de H ter atendidas suas necessidades básicas de alimentação e higiene, na escola, fez com que a aluna apresentasse maior segurança e a família também ficou muito mais confiante. Para o atendimento das necessidades de alimentação e higiene de alunos com este tipo de necessidade, as unidades educacionais da Rede municipal de São Paulo contam com os serviços do Auxiliar de Vida Escolar – AVE. Segundo a Portaria nº 2963/13, é atribuição de Auxiliar de Vida Escolar – AVE, dentre tantas:

 

a)     Auxiliar nas atividades de higiene, troca de vestuário e/ou fraldas/ absorventes, higiene bucal durante o período em que o aluno permanecer na escola, menos nas atividades extracurriculares e dias de reposição de aulas; Executar procedimentos, dentro das determinações legais, que não exijam a infraestrutura e materiais de ambiente hospitalar; Acompanhar o aluno no horário do intervalo, até o local apropriado para a alimentação, auxiliá-lo durante e após a refeição utilizando técnicas para auxiliar na mastigação e/ou deglutição, realizar sua higiene encaminhando-o, a seguir, à sala de aula.

b)     Auxiliar nas atividades de higiene, troca de vestuário e/ou fraldas/ absorventes, higiene bucal durante o período em que o aluno permanecer na escola, inclusive nas atividades extracurriculares e dias de reposição de aulas; Executar procedimentos, dentro das determinações legais, que não exijam a infraestrutura e materiais de ambiente hospitalar; Acompanhar o aluno no horário do intervalo, até o local apropriado para a alimentação, e após este horário, realizar sua higiene encaminhando-o, a seguir, à sala de aula.

c)     Auxiliar nas atividades de higiene, troca de vestuário e/ou fraldas/ absorventes, higiene bucal durante o período em que o aluno permanecer na escola, inclusive nas atividades extracurriculares e dias de reposição de aulas; Executar procedimentos, dentro das determinações legais, que não exijam a infraestrutura e materiais de ambiente hospitalar; Acompanhar o aluno no horário do intervalo, até o local apropriado para a alimentação, auxiliá-lo durante e após a refeição utilizando técnicas para auxiliar na mastigação e/ou deglutição, realizar sua higiene encaminhando-o, a seguir, à sala de aula, permanecendo com o aluno dentro da sala de aula para qualquer emergência.

d)     Auxiliar nas atividades de higiene, troca de vestuário e/ou fraldas/ absorventes, higiene bucal durante o período em que o aluno permanecer na escola, inclusive nas atividades extracurriculares e dias de reposição de aulas; Executar procedimentos, dentro das determinações legais, que não exijam a infraestrutura e materiais de ambiente hospitalar; Acompanhar o aluno no horário do intervalo, até o local apropriado para a alimentação, auxiliá-lo durante e após a refeição utilizando técnicas para auxiliar na mastigação e/ou deglutição, realizar sua higiene encaminhando-o, a seguir, à sala de aula.

e)     Auxiliar nas atividades de higiene, troca de vestuário e/ou fraldas/ absorventes, higiene bucal durante o período em que o aluno permanecer na escola, inclusive nas atividades extracurriculares e dias de reposição de aulas; Executar procedimentos, dentro das determinações legais, que não exijam a infraestrutura e materiais de ambiente hospitalar; Acompanhar o aluno no horário do intervalo, até o local apropriado para a alimentação, auxiliá-lo durante e após a refeição utilizando técnicas para auxiliar na mastigação e/ou deglutição, realizar sua higiene encaminhando-o, a seguir, à sala de aula, e realizar apoio pedagógico especializado quando solicitado.

 

  1.  Mesmo com todo o esforço do MEC para que escolas especiais não existam mais, e a educação Especial seja concebida como Modalidade de Educação, que deve permear desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, o Município de São Paulo, através do Decreto nº 52.785/11 Cria as Escolas de Educação Bilíngue para Surdos – EMEBS, na Rede Municipal de Ensino. Neste Decreto ficou estipulada toda a reorganização das escolas para alunos surdos dentro da perspectiva bilíngue, pois:

 

a)     Reconhece o direito dos surdos a uma educação que não respeite sua identidade e cultura, na qual a LIBRAS é a primeira Língua e, portanto língua de instrução e a Língua Portuguesa é a segunda, sendo objeto de ensino da escola a modalidade escrita.

b)     Reconhece o direito dos surdos a uma educação bilíngue que respeite sua identidade e cultura, na qual o BRAILLE é a primeira Língua e, portanto língua de instrução e a Língua Portuguesa é a segunda, sendo objeto de ensino da escola a modalidade escrita.

c)     Reconhece o direito dos surdos a uma educação bilíngue que respeite sua identidade e cultura, na qual a LIBRAS é a primeira Língua e, portanto língua de instrução e a Língua Portuguesa é desconsiderada como segunda língua, sendo objeto de ensino da escola a modalidade escrita.

d)     Reconhece o direito dos surdos a uma educação bilíngue que respeite sua identidade e cultura, na qual a LIBRAS é a primeira Língua e, portanto língua de instrução e a Língua Portuguesa é a segunda, sendo objeto de ensino da escola a modalidade escrita.

e)     Reconhece o direito dos surdos a uma educação bilíngue que respeite sua identidade, mas desconsidera sua cultura, na qual a LIBRAS é a primeira Língua e, portanto língua de instrução e a Língua Portuguesa é a segunda, sendo objeto de ensino da escola a modalidade escrita.

 

  1. Uma família composta por pai, mãe e dois filhos, se muda do Município de Maceió para o Município de São Paulo, pois o pai recebeu uma proposta de trabalho muito vantajosa. A família procurou a escola mais próxima da atual residência, para efetuar a matrícula dos filhos. A mais velha com 12 anos, cursou até o 5° ano do Ensino Fundamental e o mais novo com 8 anos, e cursou até o 3º ano do Ensino Fundamental. Ocorre que o filho mais novo é cego e utiliza o código braile para ter acesso ao currículo. Ao chegar à escola municipal, a família foi informada da documentação que deveria apresentar para efetivar a matrícula da filha mais velha, mas foi orientada a procurar uma outra escola para o filho mais novo, uma vez que, naquela unidade educacional não haviam profissionais que conhecessem o código braile, e desta maneira, dificultaria o prosseguimento dos estudos do filho mais novo. De acordo com a Decreto nº 45.415 e o Decreto nº 51.778/10, a unidade educacional agiu corretamente? Uma vez que sem o conhecimento do braile por parte dos profissionais da escola, o aluno cego poderia ter dificuldades em prosseguir com sua escolarização?

 

 

MÓDULOS 5 E 6

 

 

1-     Durante muito tempo, a brincadeira foi considerada futilidade, cuja única finalidade seria a distração, o recreio, concepção que se associava à de criança. Foi preciso que houvesse uma mudança profunda no conceito de criança para que se pudesse associar uma visão positiva às atividades espontâneas. Com relação a esse tema, assinale a opção correta.

 

A ) A brincadeira na infância deve ser vista como um processo natural.

B) A brincadeira faz parte de um processo de interações, portanto de construção de cultura.

C ) A brincadeira humana deve ser interpretada como inata.

D ) A criança pequena não precisa ser iniciada na brincadeira.

2-     Na educação infantil, a avaliação deve servir de base para a tomada de decisões educativas, para a observação da evolução e do progresso da criança e para o planejamento intervenção, ajudando na decisão sobre a necessidade de modificar determinadas situações, relações ou atividades desenvolvidas. Com relação ao texto e o exposto na Orientação Normativa Nº01/1,  assinale a opção correta.

 

A)  Como, tradicionalmente, o foco da avaliação tem sido o aluno, suas atitudes, comportamentos e rendimento, é dessa forma que ela deve ser considerada também na educação infantil.

B ) A avaliação é um elemento-chave por meio do qual se, asseguram, no caso da educação infantil, a promoção ou retenção do aluno nos diversos níveis ou fases dessa etapa.

C)  A avaliação ocorre permanentemente e emprega diferentes meios, como a observação, o registro, a reflexão sobre o desenvolvimento das atividades e projetos, sobre as hipóteses e descobertas das crianças. Será sempre sobre a criança em relação a si mesma e não comparativamente com as outras crianças.

D ) A avaliação permite que se formulem representações rígidas com mais segurança, de forma que sejam melhoradas as atitudes e alcançados os propósitos do planejamento escolar e seus objetivos educacionais.

 

_________

3-     Assinale a opção correta a respeito dos diferentes momentos da avaliação.

A ) A avaliação somatória avalia o conhecimento e a capacidade dos alunos em relação aos novos conteúdos de aprendizagem.

B ) Os conceitos de avaliação inicial, formativa e somatória, pela sua  singularidade, não se aplicam às etapas da educação infantil.

C ) A avaliação formativa é a que se realiza no processo de construção de aprendizagem,  paralelamente às diferentes situações e atividades que se desenvolvem no dia-a-dia da escola.

D) A avaliação inicial tem como finalidade avaliar o que as crianças aprenderam em relação aos conteúdos que foram trabalhados.

 

 

4-     Em relação ao BRINCAR, e de acordo como  MANUAL DE ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA-  Brinquedos e Brincadeiras de Creches, assinale a alternativa correta:

 

A) Valorizar o brincar significa oferecer espaços e brinquedos que favoreçam a brincadeira como atividade que ocupa o maior espaço de tempo na infância. Demanda suporte do adulto, observação, registro e planejamento.

B )  Tal concepção reafirma a ideia da brincadeira como atividade restrita a espaços familiares e comunitários.

C )  A brincadeira na escola só deve ser utilizada em momentos e espaços específicos, como recreio e hora do brinquedo.

D)  A criança reproduz o mundo por meio das situações criadas nas atividades de brincadeiras, com a única função de copiar o mundo dos adultos.

 

5-     Segundo o parecer nº20/2009, o Educar de modo indissociado do Cuidar é:

 

A)    As instituições de educação infantil precisam priorizar cuidados no que diz respeito, principalmente, à proteção, alimentação, higiene e repouso das crianças.

B)    Dar condições para as crianças explorarem o ambiente de diferentes maneiras,  e construírem sentidos pessoais e significados coletivos, à medida que vão se constituindo como sujeitos e se apropriando de um modo singular das formas culturais de agir, sentir e pensar.

C)     A família é a primeira e única instituição social responsável pela efetivação dos direitos básicos das crianças.

D)    valorizar e respeitar a diversidade, as diferenças, dizendo não à discriminação e às atitudes preconceituosas;

 

6- As crianças têm direito de ser criadas e educadas no seio de suas famílias. O Estatuto da Criança e do Adolescente reafirma, em seus termos, que a família é a primeira instituição social responsável pela efetivação dos direitos básicos das crianças. Cabe, portanto, às instituições estabelecerem um diálogo aberto com as famílias, considerando-as como parceiras e interlocutoras no processo educativo infantil. Nessa relação de proximidade com as famílias das crianças, os educadores devem apresentar sempre uma atitude de:

 

A) assistência social aos alunos mais necessitados;

B) intimidade para garantir a conquista da confiança mútua;

C) caráter formal por se tratar de uma relação profissional;

D) interesse pelos assuntos familiares que cercam a criança;

E) respeito aos diferentes tipos de estruturas familiares

7       – Temos como “Concepção de CURRÌCULO” na Educação Infantil:

 

A)    Documento que assegura a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornece-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores,

B)    Um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a desenvolver o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.

C)     Ele define as metas que se pretende para o desenvolvimento dos meninos e meninas que nela são educados e cuidados.

D)    Um conjunto de representações, valores e conceitos que expressam alguns pontos de consenso na área em relação à criança, e o papel do professor.

 

 

8       Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

 

( ) A criança tem na família, biológica ou não, um ponto de referência  fundamental, apesar da multiplicidade de interações sociais que estabelece com outras instituições sociais.

( ) As crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem.

( ) Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e

estarem no mundo é o grande desafio da educação infantil e de seus profissionais, visto que elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.

(A) V – F – V.

(B) F – V – F.

(C) V – V – V.

(D) V – V – F.

(E) F – F – V.

 

9       Considerando as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças de zero a seis anos, a qualidade das experiências oferecidas que podem contribuir para o exercício da cidadania devem estar embasadas nos seguintes princípios:

 

(A) o respeito à dignidade e aos direitos das crianças, dependendo das suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas, etc.

(B) o direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil.

(C) o acesso das crianças, se possível, aos bens socioculturais, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à comunicação, à

interação social, ao pensamento, à ética e à estética.

(D) a socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas práticas sociais, dependendo de sua necessidade de atendimento especializado.

(E) o atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência em detrimento dos relacionados ao desenvolvimento de sua identidade.

 

10    Sobre a educação infantil, assinale a alternativa INCORRETA.

 

(A) A preocupação com o desenvolvimento cognitivo da criança pequena resultou em propostas das quais, principalmente nas creches, os profissionais deveriam atuar como substitutos maternos.

(B) Polêmicas sobre cuidar e educar, sobre o papel do afeto na relação pedagógica e sobre educar para o desenvolvimento ou para o conhecimento, têm constituído, portanto, o panorama de fundo sobre o qual se constroem as propostas em educação infantil.

(C) No caso das instituições de educação infantil, financiadas ou mantidas pelo poder público, significou em muitas situações atuar de forma compensatória

para sanar as supostas faltas e carências das crianças e de suas famílias.

(D) Há práticas que privilegiam os cuidados físicos, partindo de concepções que compreendem a criança pequena como carente, frágil, dependente e passiva

 

 

 

11    Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

 

( ) A criança, como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico.

( ) Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e, por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas, seus anseios e desejos.

( ) No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar.

 

(A) V – V – V.

(B) F – V – V.

(C) V – V – F.

(D) V – F – V.

(E) F – F – F.

 

12    Sobre o brincar, assinale a alternativa INCORRETA.

 

(A) Nem toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.

(B) No ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser.

(C) Ao adotar outros papéis na brincadeira, as crianças agem frente à realidade de maneira não- literal, transferindo e substituindo suas ações cotidianas

pelas ações e características do papel assumido, utilizando-se de objetos substitutos.

(D) A brincadeira favorece a auto-estima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa.

(E) As experiências de brincar podem ser agrupadas em três modalidades básicas: brincar de faz-de-conta ou com papéis, considerada como atividade fundamental da qual se originam todas as outras; brincar com materiais de construção e brincar com regras.

 

13    – Para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso, é preciso que o professor considere, na organização do trabalho educativo:

 

(A) a interação com crianças da mesma idade e não de idades diferentes.

(B) que os conhecimentos prévios de qualquer natureza, que as crianças já possuem sobre o assunto, são sempre de senso comum e devem ser evitados.

(C) a resolução de problemas como forma de aprendizagem.

(D) um grau baixo de desafio das atividades e, se possível, o mais distante das práticas sociais reais para que possam se desenvolver e atuar no mundo.

(E) a individualidade e a diversidade, como fatores que dificultam a aprendizagem em grupo.

 

 

 

MÓDULO 7

1.A realidade tem mostrado que um dos grandes desafios, na implementação do Ciclo de Alfabetização, é o de assegurar às crianças o direito às aprendizagens básicas nesse tempo de três anos. Indique qual dos pressupostos deste Ciclo, não se integra ao documento Elementos conceituais e metodológicos para definição dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento do ciclo de alfabetização.

 

(A)  o protagonismo das ações deve estar centrado nas crianças – nos seus modos de ser, agir, pensar, expressar-se e aprender.

(B)   haver a revisão dos espaços e tempos escolares, das propostas pedagógicas, do uso dos materiais, do sistema de avaliação, das ofertas de apoio às crianças com dificuldade.

(C)   haver investimento na formação inicial e continuada dos professores.

(D)  as crianças terem o direito ao acesso a computadores, jogos didáticos, livros de literatura e livros didáticos de qualidade, para poderem aprender também ao usufruírem de certos instrumentos da sociedade letrada que contribuem para suas aprendizagens.

(E)   assegurar que todas as meninas e meninos estejam alfabéticos, até seus 08 anos, o que exige um trabalho focado, conjunto e integrado.

 

2. No Brasil, política e pedagogicamente, cada criança tem o direito fundamental de estar alfabetizada, até os oito anos de idade. Isto exige que todos assumam o compromisso e a responsabilidade de garantir que todas as crianças, de fato, se beneficiem desse direito de forma igualitária. Nesse sentido, é correto afirmar que:

 

(A) é necessário proporcionar às crianças condições de igualdade para expressarem suas escolhas e exercerem sua cidadania, desde que consideradas sua condição econômica, religião, estrutura familiar ou origem cultural.

(B) é fundamental que outros direitos sejam, igualmente, assegurados, como, por exemplo, os que resultam da efetivação de uma proposta curricular orientada na perspectiva do trabalho de alfabetização e letramento.

(C) para a criança de fato estar alfabetizada, ao final de um ciclo de três anos de intenso investimento em suas potencialidades, ela não precisa ter assegurado o direito a vivências pedagógicas que a respeitem como sujeito social em formação.

(D) nesse tempo singular da infância, apenas a ludicidade deve ser o fio condutor da aprendizagem, não se fazendo necessário, para seu desenvolvimento, o conhecimento, o afeto e a cognição.

(E) o investimento nas singularidades das crianças e a valorização dos seus diferentes saberes prévios e experiências curriculares que respeitem a diversidade e pluralidade culturais são mais importantes do que os direitos à vivência de experiências criativas, imaginativas e sensoriais que mobilizem as diversas manifestações esportivas, artísticas e culturais e as variadas formas de expressão das culturas locais.

 

  1. Lerner (2002) afirma que a língua escrita, criada para representar e comunicar significados aparece nas práticas docentes, de modo geral, fragmentada, em pedacinhos. Esse fenômeno está presente na transposição didática, a qual, de acordo com a autora:

(A) afeta todos os saberes que ingressam na escola e deveria ser eliminado da prática docente, pois ao modificar o conhecimento para transformá-lo em objeto de ensino, a escola dificulta o processo de aprendizagem dos alunos nas diferentes disciplinas.

(B) é fundamental no ensino da escrita e da leitura, para contornar a complexidade desse conhecimento que, apresentado de forma mais simples, favorece a memorização do aluno.

(C) não pode ter seu controle exclusivamente sob responsabilidade do professor; os governos devem tornar possível à comunidade científica se pronunciar sobre a pertinência dos recortes que se fazem ao selecionar os conteúdos escolares.

(D) é objeto de crítica dos educadores de modo geral, porque ao receberem conteúdos prontos para serem ensinados aos alunos, os professores pouco podem fazer para adequá-los ao nível de desenvolvimento dos mesmos.

(E) permite avaliar e controlar passo a passo o processo de aprendizagem, procedimento importante dentro da instituição escolar, que necessariamente deve prestar contas dos resultados alcançados a toda sociedade.

 

 

4.

 

Vejo uma bonita vaca.

A vaca é a Violeta.

Violeta é do vovô.

Vovô bebe leite de vaca.

 

vaca

cava

cavalo

cavava

couve

uva

viúva

 

veio

vejo

vadio

vida

vivo

voa

voava

 

ovo

novo

povo

vovô

vila

vivi

viola

 

 

 

De acordo com Albuquerque e Morais (2006) o exemplo acima revela uma prática de alfabetização que:

(A)  para as crianças se apropriarem do sistema de escrita, precisariam compreender como ele funciona e isso pressupõe que descubram o que a escrita nota (ou “representa”, “grafa”) e como a escrita cria estas notações (ou “representações”).

(B)  para garantir que os alunos lessem apenas palavras que continham as unidades já trabalhadas, os autores dos manuais didáticos (cartilhas) passaram a criar textos superartificiais, controlando o repertório das palavras neles contidos.

(C)   favorece às crianças  vivenciarem práticas de leitura, pois estão diante de um texto de uso social  e, por isso, podem ir tendo maior conhecimento sobre a “linguagem que usamos ao escrever”.

(D)  não valoriza a aprendizagem a partir da memorização de informações prontas sobre letras e sons, repassadas às crianças a partir de exercícios repetitivos.

(E)   considera a alfabetização na perspectiva do letramento.

 

 

Observe a atividade proposta na ilustração acima e responda o que para Morais (2012), significa  consciência fonológica:

(A) é uma habilidade importante que as crianças já deveriam ter desenvolvido para poder iniciar o processo de alfabetização.

(B) basta ser treinada e fazer as crianças memorizarem as letras correspondentes aos segmentos sonoros.

(C) é um amplo conjunto de habilidades metafonológicas (pensar sobre as unidades sonoras das palavras).

(D) só pode ser desenvolvida com crianças em hipótese alfabética de escrita.

(E) é o mesmo que consciência fonêmica.

 

6.

 

 

Estudiosos não construtivistas têm insistido sobre a adesão de “treinos” de consciência fonêmica das crianças antes da entrada no ensino fundamental. Para Morais (2012),tais treinos:

 

(A)  além de poderem ser motivadores, envolvem algumas tarefas essenciais para alguém compreender o alfabeto, demandando habilidades como a segmentação de palavras em seus fonemas, a pronúncia isolada de fonemas iniciais entre outros.

(B)  desenvolvem a capacidade de pensar isoladamente sobre cada fonema das palavras constituindo algo necessário para se dominar o Sistema de Escrita Alfabético.

(C)   promovem atividades de reflexão sobre as palavras e sobre suas partes orais e escritas sendo uma solução mais inteligente, adequada e prazerosa, para ajudar as crianças a se apropriarem do alfabeto.

(D)  submetem os alfabetizandos à leitura de falsos textos, nos quais determinada relação entre letra e som é repetida em cantilenas de palavras artificialmente selecionadas para aparecerem juntas, mas que continuam constituindo um amontoado de frases desconectadas.

(E)   ao levarem as crianças a pronunciar fonemas isolados geram uma sobrecarga cognitiva necessária para a apropriação do alfabeto.

 

7. De acordo com Albuquerque e Morais (2006), as práticas construtivistas trouxeram fortes críticas às práticas tradicionais de alfabetização e avaliação. Qual das alternativas abaixo não se insere nas discussões dos autores:

 

(A)  os “testes de prontidão” (como o ABC, de Lourenço Filho) avaliavam habilidades não centrais para alguém aprender a ler e a escrever.

(B)  os métodos tradicionais usavam textos artificiais, especialmente escritos para trabalhar as famílias silábicas.

(C)   os estudos da psicogênese da língua escrita, desenvolvidos por Ferreiro e Teberosky, demonstraram que a escrita alfabética seria aprendida a partir de atividades de memorização e repetição; as autoras defenderam uma concepção de língua escrita como um sistema de codificação e decodificação.

(D)  nas avaliações a professora  geralmente se restringia a verificar quem acertava (ou errava), e poucas vezes podia apreender o raciocínio dos estudantes, já que todos deveriam “responder igual” e os desvios das respostas esperadas não eram examinados.

(E)   em lugar de restringir- se a formar pessoas que “dominassem o código”, a escola deveria inserir os alunos o mais precocemente possível em situações reais de usos da língua escrita, letrando-os e alfabetizando-os simultaneamente.

 

8. Em uma prática construtivista, partindo de uma nova concepção de escrita alfabética e reconhecendo o papel da vivência de práticas letradas com textos extra-escolares, passa-se a poder avaliar diferentemente os alfabetizandos. Das alternativas abaixo, qual a que não coaduna com essa prática de avaliação:

 

(A)  busca-se avaliar o Sistema de Escrita Alfabética (SEA) como aprendizagem de um sistema notacional  e registrar o progressivo domínio do aprendiz no que diz respeito à compreensão e produção de textos reais.

(B)  avaliam-se não as conquistas que os alunos vão apresentando ao longo do ano escolar, mas apenas as condutas finais e acabadas.

(C)   o erro é tomado como indicador da forma como os alunos pensam sobre determinado conhecimento.

(D)  as escritas “erradas” ou “não convencionais” indicam o nível em que a criança se encontra em relação à aquisição do sistema de escrita alfabética.

(E)   importância dada ao registro de observações, materializado em “quadros” ou “perfis” em que se responda como cada aluno da turma vai avançando com relação a questões fundamentais.

 

9. Santos, Mendonça e Cavalcante (2007) abordam o trabalho com projetos como uma das primeiras propostas de um ensino baseado na ação dos sujeitos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Para as autoras, é correto afirmar que:

 

(A)  o ponto de partida do processo educativo estaria na capacidade de erudição e não na capacidade de usar os conhecimentos para resolver problemas.

(B)  cabe à escola atender apenas às demandas do letramento escolar, não integrando ao seu trabalho práticas não-escolares de letramento.

(C)   a ênfase no ensino da norma padrão permanece, atualmente, como fundamental para o trabalho de ampliação das competências discursivas do sujeito usuário da língua, não considerando o trabalho com as práticas de uso da linguagem – leitura/escuta de textos, a produção textual e a oralidade.

(D)  o trabalho com projetos não deve ser entendido como uma alternativa metodológica interessante e atrativa, mas como uma concepção de ensino que busca favorecer a construção da autonomia dos aprendizes.

(E)   não se deve considerar as situações do dia-a-dia determinando que gêneros textuais serão utilizados no trabalho com projetos, mas somente aqueles postos pelo currículo é que devem determinar a escolha do gênero a ser trabalhado.

 

10.  O trabalho com projetos configura-se como uma possibilidade de construção da autonomia dos aprendizes de forma que possam ser cidadãos responsáveis e conscientes de suas ações. Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que não condiz com as finalidades de um projeto:

 

(A)  garantir o acesso a práticas de letramento que vão além daquelas de caráter eminentemente escolar;

(B)  trabalhar efetivamente com os gêneros textuais na escola, onde aspectos como o conteúdo, a função social e as características linguísticas e discursivas podem ser contemplados sem que isso se torne enfadonho e sem sentido para os alunos.

(C)   garantir a integração dos diferentes eixos de ensino de língua (leitura, produção e análise linguística)

(D)  favorecer o envolvimento dos alunos em situações comunicativas reais, ampliando suas capacidades linguísticas.

(E)   atender, especificamente, ao ensino dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento do componente curricular língua portuguesa.

 

11. De acordo com Morais (2005), é preciso promover um ensino reflexivo da ortografia. São características desse ensino, exceto:

 

(A)  conceber a norma ortográfica como uma convenção social, arbitrada/negociada ao longo da História e que precisa ser tratada como objeto de conhecimento em si.

(B)  fazer uma análise de como está organizada a norma ortográfica do português, buscando diferenciar o que nela pode ser aprendido por meio da compreensão – por que tem regras – do que precisa ser, de fato, memorizado.

(C)   compreender que, diferentemente da pontuação – que permite opções/variações conforme o estilo ou interesse de quem escreve –, no caso da ortografia as convenções estabelecidas são avaliadas taxativamente: a grafia de uma palavra ou está certa ou errada, não se julgando sua qualidade em termos de “aproximação” do esperado.

(D)  compreender que, numa língua como o português, a norma ortográfica envolve apenas a definição das letras autorizadas para escrever-se cada palavra, não considerando a segmentação destas no texto e o emprego da acentuação.

(E)   compreender que o repertório de letras usadas para escrever a língua é fixo, que não se pode inventar letras e que só poderá usar as letras que, de fato, são utilizadas por quem já sabe ler e escrever.

 

12. A entrada das crianças aos seis anos no Ensino Fundamental desafiou os educadores a definir mais claramente o que se espera da escola nos anos iniciais de escolarização. Segundo o Caderno de Formação do PNAIC, seriam condições essenciais a serem dimensionadas para a melhoria da Educação Brasileira, com exceção a:

 

(A)  considerar a diversidade como parte da sua essência e não como algo que justifique a exclusão do aluno.

(B)  delimitar conhecimentos, habilidades e capacidades a serem contemplados nas propostas curriculares,  discutindo juntamente com docentes, pais e estudantes sobre quais são as principais aprendizagens esperadas para cada ano.

(C)   escolher os conhecimentos que são fundamentais em cada área de conhecimento feita com base na relevância dos temas e nas possibilidades de mobilização desses conceitos para a leitura de mundo dos estudantes, articulando seus contextos familiares a outras esferas de participação social.

(D)  alfabetizar as crianças no sentido stricto, aos oito anos de idade.

(E)    dar acesso à diversidade de gêneros que circulam em diferentes esferas sociais a fim de desenvolver autonomia de leitura e escrita.

 

13. É correto afirmar que, para as crianças estarem alfabetizadas aos oito anos de idade…

 

(A)  é necessário promover o ensino do sistema de escrita desde o primeiro ano do Ensino Fundamental e garantir que os conhecimentos relativos às correspondências grafofônicas sejam apenas introduzidas nos dois anos seguintes.

(B)  basta dominar o Sistema de Escrita Alfabética, para que a criança participe das diversas situações comunicativas.

(C)   é importante que o planejamento didático possibilite a reflexão sobre conhecimentos do sistema de escrita, situações de leitura autônoma e de leitura compartilhada com estratégias de compreensão de textos, e situações de  produções textuais de forma significativa.

(D)  precisam ter a compreensão do funcionamento do sistema de escrita; o domínio das correspondências grafofônicas, com todas as convenções ortográficas irregulares e regulares.

(E)   a delimitação das aprendizagens a serem consolidadas em cada ano, assim como o planejamento das ações que possibilitem que tais aprendizagens sejam alcançadas pelas crianças é de competência única dos professores.

 

MÓDULO 8

 

1. É certo que o ensino da Língua, em qualquer dos seus aspectos, deve dar-se por meio do trabalho com textos orais e escritos. Segundo Marcushi, no que se refere à produção de um texto enquanto unidade comunicativa há que se obedecer a um conjunto de critérios de textualização, que pode ser evidenciado tanto na linguagem escrita quanto na linguagem oral. Que assim, se apresentam:

I   Linguagem formal, coerência, coesão, aceitabilidade;

II  Informatividade, intertextualidade, aceitabilidade, coerência;

III Linguagem formal, gramática, coesão, intertextualidade;

IV Coesão, intencionalidade, situacionalidade;

V  Coerência, coesão, situacionalidade;

Estão corretas:

A)  II, IV, III

B)  I, II,  IV

C)  II, IV

D)  I,IV, V

 

2. No desenvolvimento cognitivo da criança, inicialmente, a imitação se constitui um dos mecanismos internos de aprendizagem. Ao imitar ela tenta compreender o modelo  imitado, assim, crianças que ainda não sabem ler e escrever convencionalmente, podem evidenciar aprendizagens adquiridas através de uma experiência social. No que se refere à compreensão dos atos de leitura, registrados pelas crianças, segundo E. Ferreia e Teborosky, podemos afirmar:

I    A criança aprende a ler por imitação, pois, está inserida no mundo letrado;

II  Inicialmente registra o ato de leitura apenas  pela presença da voz;

III  Que a criança percebe que os gestos, a direção do olhar, o tempo e o tipo de exploração são indícios do ato de ler silenciosamente.

IV  O ato de folhear é considerado  como ato de leitura.

V   Aceita o  ato  folhear como leitura e rejeita a leitura silenciosa

 

Estão corretas

A)  II, III

B)  II,IV, V

C ) I, III, IV

D) I, II

 

3 A sociedade contemporânea se constitui como Sociedade da Informação e do Conhecimento ancorada pelas tecnologias. Nesse contexto, a educação oferecida tem o dever de instrumentalizar os sujeitos para que, estes, de um modo critico e participativo, se insiram nessa sociedade. No que se refere à aquisição da linguagem escrita e o uso das tecnologias, a escola deve:

 

A)  Instrumentalizar o aluno ensinando todos os componentes curriculares, transferindo-lhe o conhecimento;

B) Ensinar a ler com compreensão todos os gêneros e tipos de textos que circulam na sociedade;

C) Alfabetizar e letrar em ação conjunta e promover o letramento tecnológico para todos;

D) Alfabetizar codificando e decodificando o texto e promover o letramento tecnológico junto ao processo de alfabetização;

 

4. Na aquisição da escrita, a E. Ferreiro e Teberoski observaram que as crianças apresentam uma evolução do conhecimento, Este processo, nomeado pelas autoras como “níveis de evolução da escrita”, apresenta uma construção a partir das hipóteses da criança, nesta evolução:

I  Dá valor sonoro a cada uma das letras que compõe a escrita da palavra;

II Escrever significa reproduzir traços típicos da escrita;

III Ocorre o abandono da hipótese silábica;

IV Escrita alfabética

V Para ler coisas diferentes a grafia deve ser diferente;

 

A)  II, V, I, III, IV;

B)  I, II, III, IV, V;

C ) II,I  III, IV, V;

D)  III, IV, V, I, II;

 

 

5. A organização do cotidiano escolar é reconhecida como um dos fatores de bom desempenho da escola. Organizar a rotina, valorizar o cotidiano da sala de aula são ações que demandam habilidades e competências. No contexto da sala de aula o grande desafio do cotidiano é:

a) Fazer os alunos executarem as tarefas escolares com sucesso.

b) Conseguir o envolvimento e a participação de todos os alunos durante as aulas.

c) Propor tarefas significativas, desafiadoras e realizáveis, nas quais a superação das

dificuldades signifique aprendizagem.

d) Estabelecer uma relação democrática entre aluno e professor.

 

 

MÓDULO 9

 

  1. Na resolução de problemas que implicam ações de adicionar e de subtrair, as crianças progridem mediante a utilização de       diferentes procedimentos que, a princípio, se baseiam em procedimentos informais. Um deles são as estratégias de contagem interiorizada que ocorre quando:

a) As crianças voltam a contar tudo, mas de maneira interiorizada, já com a noção de soma. Porém esse procedimento acaba sendo muito pouco prático quando o segundo aditivo é grande.

b) Elas utilizam a estratégia de sobre contagem e o primeiro aditivo é menor, geralmente começam a partir dele. No caso de 2 + 6, começam pelo 2 e, paulatinamente,   vão se dando conta de que podem economizar passos se começarem a contar a 6, que é maior.

c) Representam cada um dos conjuntos por meio dos dedos ou de objetos.

d) As crianças memorizam algumas combinações básicas da adição e descobrem     algumas regras do sistema de numeração e as propriedades das operações.

 

2. Delia Lener e Patrícia Sadovsky investigaram o acesso de crianças ao sistema de numeração, por meio de pesquisa didática. Considerando o paradigma construtivista adotado pelas pesquisadoras e os percursos da pesquisa, é correto afirmar que:

a) a interação entre ações individuais da criança e o ambiente sociocultural               contribuem para aprendizagens matemáticas pré-operatórias.

b) as crianças elaboram procedimentos inválidos para resolver as operações matemáticas, derivados da interação cotidiana com a numeração escrita.

c) a transmissão e assimilação dos conhecimentos matemáticos na escola                determinam o funcionamento dos esquemas mentais relativos aos fatos numéricos.

d) as crianças revelam irregularidades de aproximação com a numeração escrita em situações conflituosas com o pensamento lógico.

 

3. (PMSP-FCC) Cecília Parra ao teorizar sobre o cálculo mental na escola primária apresenta como hipóteses didáticas:

I. O cálculo mental aumenta o conhecimento no campo numérico.

II. As aprendizagens no terreno do cálculo mental influem na capacidade de resolver problemas.

III. O trabalho de cálculo pensado deve ser acompanhado de um aumento                progressivo do cálculo automático.

IV. O cálculo mental reforça as aprendizagens comportamentais.

V. O cálculo mental como componente curricular promove a diminuição da confiança no papel do professor.

Está correto o que se afirma APENAS em

a) II, IV e V.

b) I, III e IV.

c) I, II e III.

d) I, II e V.

 

4. (PMSP-FCC) Irma Saiz analisa uma amostra de alunos submetidos à resolução   de problemas de divisão e conclui indicando como providências para o trabalho do   professor:

a) colaborar para que os alunos atribuam significado ao algoritmo que aplicam,         possibilitando a interpretação do que obtiveram nas diferentes etapas do cálculo e apropriação da resolução de problemas.

b) oferecer recursos para que o aluno perceba e relativize seu erro e desenvolva      seus processos de autor regulação, apropriando-se da notação matemática               adequada à divisão.

c) criar condições para que a organização do raciocínio matemático seja visível no    trabalho das crianças, permitindo o questionamento de seus próprios procedimentos.

d) conceber situações que permitam dar apoio sobre o que cada aluno sabe realizar no momento em que se inicia a aprendizagem da divisão e fazer evoluir progressivamente os procedimentos iniciais até outros mais complexos.

 

5. (PMSP) Acerca da ideia de Cecília Parra sobre cálculo mental, assinale a opção    correta.

a) As situações matemáticas se aproximam da vida cotidiana, no entanto, com           relação ao cálculo mental, isso não acontece.

b) A rapidez é uma característica do cálculo mental. Nesse sentido, os alunos            considerados rápidos costumam apresentar melhores resultados.

c)  Os procedimentos de cálculo mental se apoiam nas propriedades do sistema de  numeração decimal e nas propriedades das operações.

d)  Por meio do cálculo mental, o aluno ganha agilidade de pensamento, porém        pesquisas demonstram que esse ganho não ajuda na resolução de problemas.

 

6. (PMSP) Segundo Parra, a contagem tem sido objeto de revalorização,                  considerando seu papel nas aprendizagens numéricas, inclusive como meio de         favorecimento da passagem para o cálculo. À luz dessa afirmação, assinale a opção correta.

a) As crianças sabem contar, por esse motivo é dispensada a utilização de                situações para que a contagem aconteça.

b) A contagem pode ser trabalhada por meio de situações cotidianas, realizadas a   partir de jogos e múltiplas atividades.

c) Os procedimentos mentais costumam ocorrer de forma padronizada para as         crianças da mesma faixa etária, por conta de sua fase de desenvolvimento.

D A contagem realizada pelos alunos não deve receber intervenção imediata do        professor, a fim de que seja respeitado o processo de aprendizagem.

 

7. No texto sobre o brincar na infância e correto afirmar que:

a) Que a brincadeira faz parte da construção de valores, significados e artefatos,      onde a criança estabelece relações com os outros e consigo mesmo a fim de se        constituir como sujeito.

b) Que a brincadeira não faz parte da construção e valores, somente produzindo      cultura e conhecimento.

c) Que a brincadeira faça parte da construção de valores, a fim de garantir processos de conhecimentos e cultura.

d) O brincar somente esta ligada à primeira infância.

 

8. Vygotsky (1987) afirma que na brincadeira:…“a criança se comporta além do comportamento habitual de sua idade, além de seu comportamento diário; no brinquedo, é como se ela fosse maior do que ela é na realidade” (p.117). Na visão de Borba o brincar constitui um espaço de aprendizagem, isso é revelado por:

a) A zona de desenvolvimento proximal.

b) dimensão cientifica e cultural

c) Novas possibilidades de compreensão sobre o mundo

d) a brincadeira e o espaço de controle de situação

 

  1. No texto de Patrícia Corsino, propõe reflexões acerca de uma série de indagações sobre a inclusão das crianças de seis anos no ensino fundamental, o que e como se deve ou não ensiná-las nas diferentes áreas do currículo. É na singularidade e não  na padronização de comportamentos e ações que cada sujeito, nas suas interações com o mundo sociocultural e natural, vai tecendo os seus conhecimentos, tais como:

I – Observar o que e como cada criança está significando nesse processo de             interação.

II – O olhar sensível para as produções infantis permitirá conhecer os interesses das crianças, os conhecimentos que estão sendo apropriados.

III – Os elementos culturais do grupo social em que estão imersas.

É correto AFIRMAR:

a)     Somente a I esta correta

b)     Somente a I e a II estão corretas.

c)     Somente a I e a III estão corretas.

d)     Todas estão corretas.

 

10. Vygotsky considera que a tomada de consciência eleva o pensamento a um        nível mais abstrato e generalizado. Sendo assim, planejar o trabalho pedagógico      tendo em vista o fluxo que vai da ação à representação e dessa última à tomada de consciência – com a explicitação verbal do que foi feito – pode ser um caminho para favorecer a apropriação gradativa de conceitos científicos, além de tornar o trabalho mais dinâmico.

Corsino em seu texto “ A criança de seis anos e o currículo do ensino fundamental”   reflete sobre:

I – Trabalhar com projetos é uma forma de vincular o aprendizado escolar aos            interesses e preocupações das crianças.

II – Os projetos não vão além dos limites do currículo.

III – Os projetos valorizam o trabalho e a função do professor que, em vez de ser      alguém que reproduz ou adapta o que está nos livros didáticos e nos seus manuais, passa a ser um pesquisador do seu próprio trabalho.

É correto afirmar que:

a)     Somente a I e III são corretas

b)     Apenas a II está correta.

c)     Todas estão corretas

d)     Apenas a I esta correta

 

11. O raciocínio combinatório é, segundo Borba (2010), um modo específico de        pensamento, caracterizado pela análise de situações nas quais são dados                elementos de um ou mais conjuntos e estes elementos devem ser agrupados em     combinações que atendem a relações específicas de escolha e ordenação dos         elementos.

O que diferencia os problemas básicos da combinatória são as formas como são escolhidos e ordenados os seus elementos, sendo eles:

a)     Somente produto cartesiano e combinações.

b)     Somente produto cartesiano, arranjos e combinações.

c)     Somente arranjos, combinações e permutações.

d)     Produto cartesiano, combinações, permutações e arranjos.

 

  1. Segundo Smole e Diniz (2003), o princípio fundamental da contagem pode ser enunciado da seguinte forma: “… se temos um acontecimento formado por diversas etapas… no qual conhecemos o número de possibilidades de cada uma dessas etapas se realizar, multiplicando todos esses números, teremos a quantidade de possibilidades de o acontecimento completo se realizar” (p.58). Este estudo com professores mostra que:

I – Os mesmos possuem alguns conhecimentos referentes ao ensino de Combinatória que são apropriados aos níveis de escolarização com os quais lidam.

II – Houve indicação de que os professores têm conhecimento das estratégias utilizadas em outros níveis de ensino e/ou das relações entre estas distintas estratégias de instrução.

III – Um bom caminho de construção de estratégias de resolução de situações combinatórias é o de uso de materiais manipulativos e desenhos (na Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental).

Podemos afirmar que:

a)     Somente a I  esta correta

b)     Somente a I e a II estão corretas.

c)     Somente a II e III estão corretas.

d)     Todas estão corretas.

 

13. Ao procurar definir sentido do número,  muitas das caracterizações focam-se na sua natureza intuitiva, no seu desenvolvimento gradual e nos processos pelos quais se pode evidenciar. Em 1989, o National Council of Teachers of Mathematics (NCTM) refere que o sentido do número é uma intuição acerca dos números, traçada a partir de todos os significados que estes possam ter. Desta forma considera os seguintes componentes:

I – Desenvolvimento dos conceitos elementares de número.

II – Exploração das relações entre os números através de materiais manipuláveis.

III – Compreensão do valor relativo dos números

IV – Desenvolvimento da intuição do efeito relativo das operações nos números.

V – Desenvolvimento de referenciais para medir objetos comuns e situações do mundo que nos rodeia.

É correto afirmar que:

a)     Todas afirmativas estão corretas.

b)     Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.

c)     Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.

d)     As afirmativas IV e V estão incorretas.

 

14. Conforme Cebola, no bloco 1 que se trata de conhecimento e destreza com os números é correto afirmar os seguintes pontos específicos.

I – Sentido da regularidade dos números.

II – Compreensão da relação entre as operações.

III Sentido das grandezas relativa e absoluta dos números

IV – Compreensão do efeito das operações.

Podemos verificar que NÃO fazem parte deste bloco os seguintes pontos específicos.

a)      I e III

b)     II e III

c)     III e IV

d)     II e IV

 

15. Analisando as definições sobre as características associadas ao sentido do número, na perspectiva de diferentes autores, Cebola em seu texto sobre “Do número ao sentido do número” ressalta no decurso do ensino básico:

I – As múltiplas utilizações do número;

II –  O não reconhecimento do valor relativo dos números;

III – A seleção e o uso de referências;

IV – A decomposição e recomposição de números não sendo necessários;

V – A compreensão dos efeitos relativos das operações nos números;

VI – A inadequação dos números ao contexto ou à situação real.

Podemos afirmar que estão INCORRETAS as seguintes afirmações:

a)     I, II e III

b)     II, III e IV

c)     II, IV e VI

d)     I, IV e V

 

  1. Se pretendermos desenvolver o sentido do número nas aulas de matemática elementar, podemos referir alguns elementos educativos que o propiciam e que, de acordo com Sowder e Schappelle (1994), são:

I – O fazer sentido, o qual deve ser realçado em todos os aspectos do ensino e da aprendizagem da matemática e, em particular, nos aspectos relacionados com os números;

II – O ambiente da sala de aula que deve ser conducente ao fazer sentido. Deve ser um espaço de discussão sobre a matemática e que pode ocorrer quer em pequenos grupos quer na turma como um todo;

III – A matemática deve ser encarada como uma partilha de aprendizagens sobre uma prática intelectual. Desta forma, aprender matemática é mais do que a simples aquisição de competências e informações. As crianças aprendem a fazer e a defender conjecturas matemáticas, a raciocinar matematicamente e a resolver problemas.

Podemos afirmar que estão CORRETAS:

a)     I e II

b)     II e III

c)     Todas corretas

d)     I e III

 

  1. Conforme Mandarino no texto “Que conteúdos da Matemática escolar professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental priorizam?”. Quais as entraves que levam o professor a trabalhar o bloco de conteúdo: geometria conforme os depoimentos a seguir demonstram a resistência de alguns professores a esta forma de abordar a Geometria.
  2. Perguntei à professora porque ela pula todas as páginas dedicadas à geometria do livro didático que adota e ela me disse que já viu uma parte de geometria e que só vai voltar à geometria no segundo semestre, pois não adianta misturar as coisas que não têm nada a ver.
  3. A professora disse que já havia dado todo o conteúdo da série na primeira semana de novembro e que só faltava geometria. Ela me explicou que decidiu isso porque a geometria é bastante aprofundada no segundo segmento e até a 4ª série acha mais importante saber calcular e resolver problemas. Disse que apesar disso ainda vai trabalhar com um pouco de geometria até o fim do mês. Ela me mostrou também que no livro adotado pela escola a geometria vem espalhada, e comentou que acha tudo muito solto, sem relação e sem ligação entre os diferentes assuntos e por isso sempre pula estas páginas.

Analisando mais detalhadamente estes dois relatos pode-se observar que:

I – No primeiro caso, trata-se de uma professora com nível superior e 30 anos de magistério. O livro adotado é classificado como recomendado com distinção no PNLD e apresenta a geometria distribuída ao longo dos volumes de forma adequada e articulada. Esta professora parece não ter compreendido a proposta do autor, que está afinada com recomendações de pesquisadores em Educação Matemática, quando afirma que “não adianta misturar coisas que não têm nada a ver”.

II – O segundo depoimento é de uma professora com 18 anos de magistério e nível superior e adota um livro recomendado com restrição no PNLD-2004. Analisando o livro didático adotado observa-se que as páginas dedicadas à Geometria não se articulam com as atividades anteriores e posteriores e, portanto, pulá-las parece até mais recomendável. Esta professora demonstra que, algumas vezes, a resistência ao que se origina como uma recomendação da academia é justificável, pela má interpretação de alguns, como o autor do livro didático em questão.

Podemos afirmar que é correto:

a)     Apenas a I

b)     Apenas a II

c)     I e II

d)     Nenhumas das afirmações

 

  1. No texto de Délia Lerner cita o seguinte exemplo: Ao pedir-se para escreverem seis mil trezentos e quarenta e cinco, fazem 600030045. Ao mesmo tempo escrevem 63045. Isto mostra que nesse momento encontra-se em conflito pela aproximação:

a)     Da escrita convencional

b)     Da falada

c)     Da escrita convencional e a falada

d)     Da escrita convencional, falada e cálculo mental.

 

  1. É necessário proporcionar na escola situações específicas de conhecimentos espaciais que permitam aos alunos “ir mais além” do que as atividades cotidianas e do que os jogos lhes permitem construir. As atividades tradicionais de localização espacial, especialmente na educação infantil e, às vezes, na 1ª série, que têm como objetivo declarado que a criança aprenda a se situar e a situar os objetos no espaço, não propõem, em geral, situações nas quais os alunos sejam os responsáveis por:

I – Buscar solução;

II – Decidir, explicitamente ou não, “o que usar”, para resolvê-las, isto é, determinar quais podem ser os conhecimentos que devem se postos em prática;

III – Não necessidade de comprovar a solução encontrada.

É correto afirmar que:

a)     Somente a I  e II estão corretas

b)     Somente a II esta correta

c)     Somente a II e III estão corretas.

d)     Todas estão corretas

 

  1. No texto “ A direita…de quem?” de Irma Saiz, Lurçat aponta três maneiras básicas de projetar sobre um objeto o próprio esquema corporal que são estes:

a)     Translação, rotação e simetria.

b)     Espaço, forma e geometria.

c)     Translação, direção e sentido

d)     Simetria, geometria e tratamento de informação.

 

  1. No texto sobre Softwares educacionais e a Aprendizagem Significativa está baseado na Teoria da Aprendizagem Significativa de Ausebel, onde aborda que não há Aprendizagem Significativa se o conteúdo a ser aprendido não se relacionar com os conhecimentos que o aluno já possui, desta forma o professor deverá sempre verificar quais são os subsunçores (conhecimentos) necessários para que ocorra uma Aprendizagem Significativa, caso contrário, o aluno terá apenas uma Aprendizagem Mecânica.

Segundo Wolf uma das etapas fundamentais para uma boa escolha de softwares é:

a)     Interpretar e analisar resultados.

b)     Identificação de quais são os subsunçores necessários que cada software exige para a utilização.

c)     O planejamento do professor é fundamental

d)     Relação do conteúdo abordado pelo software com o subsunçor do aluno.

 

 

MÓDULO 10

 

1.   Segundo Luíz Carlos de Freitas, a avaliação é apresentada como uma das atividades do processo pedagógico necessariamente inserida no Projeto Pedagógico da escola e não pode ser considerada isoladamente.

Assinale a alternativa incorreta:

 

a)  a avaliação deve ocorrer em consonância com os princípios de aprendizagem adotados e com a função que a educação escolar tenha na sociedade

b)  a avaliação faz parte do coletivo dos professores no acompanhamento dos alunos

c)  A trilha diferenciada de progressão  na escola surge a partir da “retenção pedagógica”

d)  A “retenção por série” que aponta para o aluno “excluído potencial” dentro da progressão continuada

e)  Os ciclos são instrumentos de novas relações sociais em antagonismo com as relações sociais vigentes

 

 

2. Arroyo, concordando com  Freire  refere-se à responsabilidade do profissional de educação perante a sociedade , que desenvolve suas atividades e compromissos em colaborar com um processo de transformação.

 

a) Como  trabalhador social, ele  atua  num processo de mudança , na desmistificação da realidade , o que poderá ser conseguido por meio da percepção crítica

b) A dinâmica um pouco mais livre, para que ela venha a partir do diálogo intenso, e tenso, entre os diversos projetos de EJA e de formação de educadores de jovens e adultos

c) Cada vez mais, a necessidade de uma educação que não descuidasse da vocação do homem, a de ser sujeito

d)  Educação que  ajude o homem brasileiro em sua emersão e o insira criticamente no seu processo histórico. Educação que por isso mesmo  liberte  pela conscientização.

e)  Todas estão corretas

 

 

3. “O que estou propondo, é que o educador de EJA construa uma teoria pedagógica teorizando sobre os processos de formação  de quem já pensa, já tem voz e questionamentos , de alguém que está sendo construído em múltiplos espaços”   Arroyo

 

Assinale a incorreta:

a) O papel do trabalhador social que opta pela mudança, é o de problematizar a realidade aos homens, proporcionar a desmitificação da realidade mitificada

b)  Temos de reconhecer que o educador da EJA é muito mais plural que o educador de escola formal, mas deveria ter o perfil do professor especialista em disciplinas

C) Se existe algo que possamos fazer, é deixar que esse perfil plural do educador de jovens e adultos contamine o perfil do educador escolar.

D) Cabe ao educador de EJA, vincular a construção dessa teoria pedagógica com as grandes matrizes formadoras que tiveram por referência a vida adulta.

E) Educação, trabalho, movimentos sociais e cultura , a opressão vivida pelos jovens adultos são grandes matrizes formadoras

 

 

4. Para Paulo Freire, a pedagogia da autonomia está centrada na prática da

autoridade democrática, em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade, experiências respeitosas de liberdade.

 

Freire está se referindo :

(A) a responsabilidade dos educandos na realização de seu projeto de vida.

(B) a construção da aprendizagem nas relações sociais, morais e físicas.

(C) a reinvenção do ser humano no aprendizado de sua autonomia.

(D) favorecer a transgressão, a criatividade e a autonomia.

(E) fortalecer o indivíduo enquanto ser heterônomo.

 

 

5. Arroyo afirma que recuperar a centralidade da matriz pedagógica na qual aprendemos, imitando, convivendo, revelando incertezas e inseguranças, trocando formas de viver e de ser, significados e cultura poderá ser um caminho para recuperar a humanidade roubada s educandos.  Para o autor, a organização do trabalho escolar do professor, para se tornar mais humanizada, deve:

 

(A) considerar que os educandos são organizados em função de competências.

(B) respeitar as temporalidades do desenvolvimento pleno.

(C) utilizar instrumentos de avaliação da aprendizagem que contenham questões interpretativas.

(D) conter atividades de relaxamento nas quais o aluno possa eliminar seu stress.

(E) considerar que os alunos de uma mesma classe constituem um grupo homogêneo.

 

6. Ao refletir sobre uma educação progressista, em Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire discute saberes necessários à

prática docente de educadores e educadoras, destacando que ensinar significa:

 

(A) treinar os educandos para o desempenho de suas aptidões.

(B) transferir conteúdos socialmente relevantes aos educandos.

(C) explicar os conteúdos planejados coletivamente pelos educadores.

(D) relacionar os conteúdos escolares com os saberes dos educandos.

(E) criar possibilidades para a produção ou construção de conhecimentos.

 

7. Entre os saberes necessários à prática docente, discutidos por Paulo Freire, o “respeito à autonomia do educando, do ser do educando” se expressa nas práticas pedagógicas que priorizam:

 

(A) a execução do plano de ensino elaborado pelos professores.

(B) a relação dialógica entre educador e educando.

(C) o ensino centrado nos interesses de cada educando.

(D) a aplicação das modernas teorias educacionais.

(E) a liberdade do educando, a quem não se impõem limites.

 

8. Para Freire (1996), saber ensinar não é transferir conhecimento e, sim,

 

A) criar as possibilidades para a própria produção ou sua construção.

B) entender que o ensino exige a consciência do fim.

C) respeitar a autonomia do ser professor.

D) compreender que o ensinar exige o distanciamento da realidade.

 

9 . Concordando com Freire,  Arroyo propõe que os mestres assumam a educação como humanização.  Para tanto, indica como medidas necessárias,  a formação dos educadores com base teórica sólida e a garantia de acesso ao conhecimento aos alunos .

Assinale a incorreta:

 

A)   eliminar qualquer prática que reforce processos excludentes.

B)   Os cursos de formação de educadores para a EJA devem priorizar  um currículo voltado para o conhecimento e cultura dos alunos trabalhadores

C) Os “currículos vivos” precisam incorporar conhecimentos do trabalho, da história, da segregação, da inclusão, da experiência, da cultura, da natureza

D) As políticas e programas da EJA devem dar destaque à sua própria história

E) Os cursos de Pedagogia estão  sistematicamente enfatizando os saberes dos educandos

 

10.  A avaliação é parte integrante do processo de aprendizagem e deve levar em conta não só o resultado das tarefas realizadas pelos alunos, mas também o processo de aprendizagem. Para isso, é preciso considerar, constantemente, na análise do desenvolvimento escolar de cada aluno:

I.  As tentativas que o aluno faz para realizar as atividades propostas.

II.  As dúvidas explicitadas pelo aluno, que são importantes elementos do processo.

III.  As atividades inteiramente corretas realizadas pelo aluno, que expressam o todo do processo de ensino-aprendizagem através de notas ou conceitos.

IV.  As interações que ocorrem com o parceiro de trabalho e com os colegas de classe.

V.  A conscientização do aluno quanto aos progressos realizados e ao que precisa ser revisto para ser aprendido.

 

Está incorreta a alternativa:

 

a) I, II, III e V.

b)  I, II, III e IV.

c)  I, II, IV e V.

d)  II, III, IV e V.

e)  Somente a III.

 

 

11. Desenvolver o trabalho pedagógico com alunos considerando a heterogeneidade é fundamental no processo de aprendizagem. Considerar que os saberes dos alunos têm diferentes origens e naturezas pressupõe trabalhar em um sistema de ensino que possibilite que esses saberes sejam compartilhados, discutidos, confrontados, modificados, porque:

A alternativa correta é:

a)  Lidar com a heterogeneidade em sala de aula é um aprendizado muito fácil para o professor.

b)  É com agrupamentos de alunos planejados eventualmente pelo professor, sem levar em consideração o que se pretende ensinar, que a interação acontece.

c)  Dadas as diferenças de saberes dos alunos, a intervenção pedagógica deve ser a mesma para todos.

d)  É na interação que os alunos aprendem; portanto, planejar situações didáticas em que os alunos estejam agrupados criteriosamente e possam trocar pontos de vista, negociar e chegar a um acordo é imprescindível no cotidiano da sala de aula.

e)  O professor é o único informante dos alunos, e estes não podem ter um status de informantes válidos.

 

12.  Os educandos são situados como sujeitos de direito ao conhecimento e ao conhecimento dos mundos do trabalho. Destacamos a  centralidade para a docência e para o currículo dos processos de apreensão do conhecimento, da possibilidade de aprendizagem de todo ser humano, da centralidade dos tempos de aprender, das tensões entre conhecimento, aprendizagem e diversidade.

Estamos falando em humanização da educação, que envolve:

a) A  necessidade de se conhecer imagens e concepções dos alunos, para subsidiar o debate sobre os currículos desconstruindo visões mercantilizadas de currículo, do conhecimento e dos sujeitos do processo educativo.

c) Recuperar o direito à cultura; o dever do currículo, da escola e da docência de garantir a cultura acumulada, devida às novas gerações.

c) o direito à educação entendido humanização, como processo de apropriação das criações, saberes, conhecimentos, sistemas de símbolos, ciências, artes, memória, identidades, valores, culturas  com  ênfase na aprendizagem e na diversidade

d) recuperar o direito ao conhecimento como o eixo estruturante do currículo e da docência; conhecimento visto como um campo dinâmico de produção e crítica, de seleção e legitimação, de confronto e respeito a  sua diversidade.

e) todas as alternativas estão corretas.

 

13. As indagações sobre o currículo presentes nas escolas e na teoria pedagógica mostram um primeiro significado: a consciência de que os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos.

 

1)   Currículos são uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais, políticas e culturais, intelectuais e pedagógicas.

2)    Currículos são  conhecimentos e práticas expostos às novas dinâmicas e reinterpretados em cada contexto histórico.

3)    Os currículos são orientados pela dinâmica social, política e cultural da sociedade.

4) Currículos são conteúdos a serem ensinados e os planos pedagógicos elaborados pelos professores

 

a) Apenas  2  e  3  estão corretas

b)  1, 2  e  3  estão corretas

c)  Todas estão corretas

d)  Apenas a alternativa  4  está correta

 

 

14. Luís Carlos de Freitas e Cláudia de Oliveira Fernandes afirmam:

“A avaliação a que nos referimos hoje não se dirige apenas ao educando, mas também ao professor, à instituição e, também, a avaliação do sistema de ensino.  A avaliação como  parte integrante do processo ensino aprendizagem acompanha e media toda a ação da escola

 

a) Há a avaliação da aprendizagem dos estudantes, em que o aluno tem  protagonismo central.

b) Há a avaliação da instituição, na qual o protagonismo é do coletivo dos profissionais que trabalham e conduzem um processo complexo de formação na escola, guiados por um projeto político-pedagógico coletivo.

c) Há a avaliação do sistema escolar, ou do conjunto das escolas de uma rede escolar, na qual a responsabilidade principal é do poder público.

d)  Esses três níveis de avaliação não são isolados e necessitam estar em regime de permanentes trocas, respeitados os protagonistas, de forma que se obtenha legitimidade técnica e política.

e)  todas as alternativas estão corretas.

 

15  –  Quando um grupo compartilha uma cultura, compartilha um conjunto de  significados, construídos, ensinados e aprendidos nas práticas de utilização da linguagem. A palavra cultura implica, portanto, o conjunto de práticas por meio das quais significados são produzidos e compartilhados em um grupo.

1) O currículo representa, assim, um conjunto de práticas que propiciam a produção, a circulação e o consumo de significados no espaço longo de toda nossa vida.

2)  esvelar essa  realidade e favorecer uma visão dinâmica, contextualizada e plural das identidades culturais é fundamental, articulando-se as dimensões pessoal e coletiva desses processos.

3)  Constitui um exercício fundamental tornarmo-nos conscientes de nossos enraizamentos culturais, priorizando na elaboração dos currículo, a cultura dominante.

4) As relações entre nós e “os outras culturas” devem ser ignoradas na elaboração de currículos

 

Estão corretas:

a) apenas  1  e  2 estão corretas

b) apenas  a  4 está correta

c) todas estão corretas

d) as alternativas corretas são 1, 2  e  3

 

16. Segundo Moreira e Candau, o currículo deve reescrever o conhecimento escolar tendo em mente as diferentes raízes étnicas e os diferentes pontos de vista envolvidos em sua produção

 

Assinale a incorreta:

a) É importante que consideremos a escola como um espaço de cruzamento de culturas

b) A escola sempre teve dificuldade em lidar com a pluralidade e a diferença;  tende a silenciá-las e neutralizá-las.

c) Conceber a dinâmica escolar no enfoque dos autores supõe  preservar  a tendência homogeneizadora e padronizadora que impregna suas práticas.

d) A escola precisa acolher criticar e colocar em contato diferentes saberes, diferentes manifestações culturais

e) A contemporaneidade requer culturas que se misturem e ressoem mutuamente, que convivam e se modifiquem pela convivência

 

17. No livro “Para ensinar e aprender Geografia “ de Pontuschka, Paganelli  e Hanglei Cacete,  os autores demonstram concordar com Freire, Arroyo e Freitas, quando afirmam que:

“Nos anos 80 houve um movimento de melhoria de ensino, com a produção de livros didáticos de melhor qualidade e discussão sobre os conteúdos.  Os anos 90 a discussão alcançou os cursos de formação docente e o exercício profissional. O modelo adotado era o professor como transmissor de conhecimentos. Hoje, a formação é vista como um processo permanente, marcado pelo desenvolvimento da capacidade reflexiva”.

A formação de professor requer atualmente:

Assinale a alternativa incorreta:

 

a) Competência como concepção nuclear na orientação do curso;

b) Coerência entre formação e exercício profissional

c) Pesquisa como elemento essencial na formação do docente

d) O professor que domine e transmita o conteúdo ao aluno

e) O professor competente que perceba que o  Brasil é uma país de grande extensão cultural, com realidades e culturas que apenas o livro tem condições de abarcar.

 

18. A Geografia possui instrumentos teóricos e metodológicos para analisar o espaço. Com a interdisciplinaridade há uma transformação na ocupação dos espaços escolares.

A) As escolas e os professores que trabalham com o conhecimento e com sua transformação em sala de aula têm um compromisso com a formação do “homem inteiro”, e, para isso, formas alternativas e criativas de ação pedagógica necessitam ser buscadas. Dentre elas, as prática interdisciplinares.

B) Pensar e agir interdisciplinarmente não é fácil, pois passar de um trabalho individual e solitário para um trabalho coletivo faz emergirem as diferenças e as contradições do espaço social que é a escola.

C) O trabalho interdisciplinar tem por objetivo:  minimizar o isolamento nas especializações e – articular os fragmentos

D) A interdisciplinaridade  reconhece que alunos e professores são idealizadores e executores de seus projeto de ensino.

E) Todas estão corretas

 

 

 

 

 

GABARITOS

 

GABARITO MÓDULO 1

 

01 C              04 A       07 A         10 D

02 E              05 C       08 E

03 B              06 C       09 D

 

GABARITO MÓDULO 2

 

1. A                         2. B         3. A         4. D         5. C          6. D         7. C

8. C                         9. C          10. B       11. B       12. B       13. C        14. C

15. E        16. A       17. E        18. E        19. D       20. E        21. B

22. B       23. C        24. D       25. D

 

 

GABARITO MÓDULO 3

 

1-C                          2-C          3-D          4-A          5-A          6-B          7-C

8-B          9-C          10-A

 

GABARITO MÓDULO 4

 

1-D       2-C             3-A          4-E          5-B          6-B          7-E

8-E       9-D             10-D

 

GABARITO MÓDULO 5 E 6

 

1-B    2- C    3- C     4- A     5- B      6- E    7-B       8-C     9-B     10-A     11-A     12-A      13-B

 

 

GABARITO MÓDULO 7

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
E B C B C D C B D E D D C

 

 

Gabarito MODULO 8

 

1-C          2-A          3-C          4-A          5-C

 

GABARITO MÓDULO 9

 

1 -D 2- A 3 – C 4- C 5- C 6- B 7 -A
8- B 9- D 10 – A 11 – D 12 – B 13 – A 14 -D
15 – C 16 – C 17 – C 18 – C 19 – A 20 – A 21 – B

 

GABARITO MÓDULO 10

1-E,  2-E,   3-B,   4-C,   5-B,   6-E,    7-B,   8-A,    9-E,  10-C,   11-D,   12-E,   13-B,   14-E,    15-A,  16 – C,   17-D,  18-E

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